sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Aluna é vítima de assédio em massa


Ela foi acuada em universidade em São Paulo por um grupo de estudantes por causa do vestido que usava

Uma estudante do 1º ano de Turismo do período noturno do câmpus ABC da Universidade Bandeirantes de São Paulo (Uniban), em São Bernardo do Campo, foi xingada e acuada por um grupo expressivo de estudantes no prédio onde estuda por causa do comprimento do vestido que usava. O fato ocorreu no dia 22 e ganhou repercussão nesta semana pelo YouTube, onde foram publicados vídeos que registraram o episódio. O conteúdo foi retirado a pedido da universidade.

Segundo as cenas e os depoimentos de presentes, o tumulto começou quando a aluna subia por uma rampa até o terceiro andar e os alunos começaram a gritar. Ela ficou trancada em uma sala e, com a ajuda de um professor e colegas, chamou a polícia, que a escoltou até a saída da universidade. A estudante, de 20 anos, pediu para que seu nome não fosse divulgado.

"Costumo usar vestidos curtos e calças apertadas, assim como outras meninas. Naquele dia, tinha pegado ônibus, andado na rua e ninguém disse nada", contou a estudante. "Eles estavam possuídos, fiquei com muito medo", relatou.

A Uniban, em nota, disse que instaurou sindicância. "Alunos, professores, seguranças e também a aluna estão sendo ouvidos individualmente", informou. A universidade "pretende aplicar medidas disciplinares aos causadores do tumulto, conforme o regimento interno".

O comandante da 2ª Companhia do 6º Batalhão da PM, capitão Cotta, informou que a polícia foi chamada porque a estudante "estava sendo impedida de sair da sala". Quando os policiais chegaram, a aluna já estava com um jaleco branco que tampava a roupa que usava. "Ela não quis registrar boletim de ocorrência nem ir à delegacia, só queria ser acompanhada até sua casa. A Uniban também não solicitou ocorrência."

"Ela veio com um vestidinho rosa da pesada, daqueles que se usa com calça legging, só que sem a calça", disse o estudante de Matemática Pedro Adair, de 23 anos. "Os três andares da faculdade subiram atrás dela. O pessoal parecia estar no tempo das cavernas, só faltou arrastá-la pelos cabelos", completou Pedro, que considera que o episódio foi uma "brincadeira que passou dos limites".

Uma estudante de Pedagogia que se identificou como Simone estava no prédio na hora. "Eles ficaram gritando "puta" para ela. Fui lá ver também e até tomei spray de pimenta que a polícia jogou", contou.

VIOLÊNCIA DE GÊNERO

Especialistas ouvidos pela reportagem disseram que, se tivesse ficado nua, a estudante poderia ter cometido crime de atentado ao pudor. "Mas nada justifica a reação exagerada. Isso retrata violência de gênero, culpar a mulher pela agressão", afirma a coordenadora executiva da ONG Rede Mulher de Educação, Vera Vieira.

De acordo com Charles Martins, assessor de educação da ONG Plan Brasil, que estuda a violência nas escolas do país, "ainda que a estudante tenha quebrado padrões de conduta, não pode ser aceitável a agressão como resposta".

O episódio motivou a criação de fóruns na internet. Entre comentários, pessoas dizem que a aluna foi vítima de intolerância.

Alunos relataram ainda que no início do ano uma outra confusão aconteceu no mesmo câmpus. Uma aluna teria sido agredida por não ter aceitado participar de um protesto contra a mudança nas avaliação da universidade.

Fonte: Estadão

S@lcompimentas: Independetemente do tamanho da saia da moçã, esses universitários que fizeram isso são um bando de trogloditas da idade das cavernas. As mulheres que participaram são moralistas e invejosas. Chamaram a moça de "puta", mas é bem provavel que algumas das mesmas que gritaram atuem nessa profissão para pagar a faculdade. Os homens, por outro lado são maricas... Não sabem como tratar uma mulher e devem ser idiotas solteirões. Por isso, ao verem o primeiro "rabo de saia"(que me perdoem a expressão), ficam totalmente controlados pela única cabeça que possuem, os seus minúsculos e impotentes pênis, é claro. Cérebro é algo que não existe naquelas cabeças que só servem para ingerir cerveja enquanto matam aula...

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Anglicanos (Alguns) Vão Para Roma?

No dia de ontem, o papa Bento XVI, da Igreja Romana, emitiu uma Constituição Apostólica específica permitindo a criação de episcopados pessoais (semelhantes aos destinados aos militares = Vigários Castrences) para acolher grupos de anglicanos tradicionalistas que desejem, mantendo uma certa identidade, se abrigar sobre o manto da Igreja de Roma.

Como se sabe, a partir dos anos 1980, com a permissão para Ordenação Feminina, um número expressivo dos tradicionalistas anglicanos de linha anglo-católica criou a Comunhão Anglicana Tradicionalista (TAC), enquanto que a Ordenação de Ministros homossexuais praticantes, nas últimas décadas, tem visto surgir dezenas de jurisdições anglicanas dissidentes, conhecidas como “Continuantes”. Esses grupos devem totalizar cerca de 500.000 pessoas vs. os 77.000.000 de membros da Comunhão Anglicana sob autoridade do Arcebispo de Cantuária.

Há cerca de uma década a TAC vinha mantendo conversações com o Vaticano, buscando autorização para serem recebidos, seja como uma Igreja “Uniata” (como os maronitas, melquitas e caldeus, dos Ritos Orientais), seja como uma prelazia pessoal como o modelo da Opus Dei.

A opção do Vaticano, como se viu, foi por uma fórmula, digamos, menos autonomista. É possível que alguns setores minoritários anglo-católicos, ainda dentro das 38 Províncias da Comunhão Anglicana, também optem por seguir a via romana. Quanto à minoria liberal, obviamente, não irão querer negócio com o Papa atual. Quanto à majoritária “frente credal”, ortodoxa, formada pelos evangélicos, pelos carismáticos, e amplos setores anglo-católicos (Fraternidade dos Anglicanos Confessantes – FCA), esse documento do papa nada irá representar, pois continuarão a lutar por um realinhamento da Comunhão Anglicana, mantendo a sua consciência de uma Igreja Histórica (católica), mas, ao mesmo tempo, Reformada (protestante).

Quanto à Diocese do Recife, fazemos votos de boa trajetória para os optantes por Roma, mas continuará a sua luta contra o liberalismo dentro da Comunhão Anglicana, e procurando promover a evangelização do mundo, juntamente com seus irmãos evangélicos de outras

denominações, pois como sempre temos afirmado: “Somos Crentes!!!”

São José do Rio Preto (SP), 21 de outubro de 2009,


Dom Robinson Cavalcanti, Bispo Diocesano

Em Nollywood, o tapete está vermelho com o sangue das crianças

Tenho um vídeo ridículo para mostrar.
É de um mal gosto tão "mal-gosto, mal-gosto" que ele aparece aqui compactado, para ver se você consegue ver até o final!


Se você quer entender o que se passa Nigéria vai precisar ver esse "filmaço!" - como o chamou quem o legendou. Sim, a TV continua tendo TUDO A VER! O cinema, o vídeo, a animação, enfim, a IMAGEM. Essa é a grande "educadora", fomentadora de culturas e comportamentos, além de crenças e modas, e isso não é diferente na Nigéria.

Aliás, lá é diferente sim, pois tudo acontece com categorias mais dramáticas do que pensa nossa ignorância acerca da África. A Nigéria é uma das maiores produtoras de cinema do mundo!

Parece mentira, né?

Li na Wikipédia.


(Sim, a Wikipédia é como o guarda-chuva, né...: É uma porcaria, mas é o melhor que se tem quando se precisa! No caso desse dicionário virtual, o guarda-chuva ainda é cheio de muitos furos. Se numa tempestade não ajuda nada, numa chuvinha, porém, resolve tudo. Do mesmo modo, se numa pesquisa científica, a Wikipédia não vale; para informações gerais, ela "manda bem" com o que tem! Eis, então, o que se diz no link http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinema_da_Nig%C3%A9ria:

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"O cinema da Nigéria tem crescido nos últimos anos e, embora seja um mercado extremamente informal, teve uma grande explosão de produção (...) que tem chamado a atenção mundial por suas características únicas. Toda as produções são realizadas em vídeo. Sua produção é tamanha que já lhe rendeu o apelido de "Nollywood", pode ser considerada a terceira maior indústria de produção de cinema do mundo, atrás apenas de Hollywood e Bollywood. Em volume de produção, "Nollywood" talvez seja até a maior, já que desde o final da década de 1990 são feitos mais de mil filmes por ano. O mercado da Nigéria é exclusivamente de homevideo (com 90% da produção sem distribuição oficial, legalizada), pois praticamente não existem mais salas de cinema no país. Com este panorama, não é possível apontar com alguma precisão o tamanho desta indústria. Faltam estatísticas precisas ou elas simplesmente não existem. A única fonte oficial minimamente confiável é o National Censorship Board, responsável pela classificação indicativa, embora o órgão não dê conta do grande volume de produção, e de toda sua informalidade, com muitos filmes sendo "lançados" sem a indicação etária.

Sem salas de cinema, a Nigéria conta com cerca de 15 mil locadoras, e em quase todo tipo de comércio pode-se encontrar filmes para vender ou alugar. Estima-se que cada filme venda cerca de 25 mil cópias (...) Geralmente são os próprios produtores que se encarregam da distribuição das fitas e DVDs, garantindo um retorno financeiro fácil e rápido, com uma margem de lucro não muito ambiciosa, mas volume muito grande. Com esse esquema de produção, em apenas 15 anos a indústria cresceu do zero para um mercado de cerca de US$ 250 milhões por ano que emprega milhares de pessoas. Estima-se que cerca de 300 diretores estejam em atividade, produzindo um total de aproximadamente dois mil filmes por ano.

O sucesso desta indústria reside principalmente no fato de a temática dos filmes ter um apelo direto com o público local, por tratar de preocupações, conflitos e realidades que freqüentam o noticiário e o imaginário da população local. Os temas mais freqüentes são a AIDS, corrupção, prostituição, religião e ocultismo.

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Helen Ukpabio confirma a veracidade das informações da Wikipédia. Helen é evangelista, famosa no país por ser produtora de cinema, e recentemente tem feito adversários na sociedade civil por instigar a idéia que crianças podem ser bruxas, demoninhos serviçais de potestades brancas!

Profetisa neopentecostal, de visão macediana em suas campanhas de libertação, e muitos muitos empregados-obreiros fanáticos que fazem Batalha Espiritual contra pequeninos, Helen Ukpabio é a "neusa etioka" da África. A diferença é que se a Sra. Etioka visse que sua pregação estimula o abandono infantil, a agressão contra os pequenos, o amordaçamento das crianças de peito, o embaraço emocional e o infantícidio real, há muito ela, nossa Neusa, teria parado de falar. Calar-se-ia para sempre!


Mas Helen Ukpabio fez fortuna. De onde está, não tem como voltar.


Assista ao vídeo e pense que você é um adulto nigeriano que congrega numa igrejinha perto de casa. Imagine que você tem filhos pequenos, meio levados, meninos saudáveis mas, às vezes, atrapalhados; que deixam cair um prato, quebram um copo sem querer, brigam na escola. E antes de culpar a intolerância pagã de um cristão nigeriano, pense se você já não procurou culpados espirituais por suas doenças e desempregos.


Agora, assista o vídeo abaixo, só um dos muitos filminhos estilo-tosco "neste mundo tenebroso" produzido em Nollywood.


E tire suas próprias conclusões.
As minhas eu já tirei.
Falta alguém "tirar" de cena as conclusões da Sra. Helen.



Marcelo Quintela

no site do Rev. Caio Fábio

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Você acredita em milagres?





Bebê de 6 meses cai embaixo de trem e sobrevive na Austrália

Mãe não percebeu que carrinho rolava para a beira da plataforma
Criança foi arrastada por cerca de 30 metros

O circuito interno de vídeo de uma estação de trem em Melbourne, na Austrália, capturou o momento em que um carrinho de bebê caiu em frente a um trem que parava diante da plataforma, na Austrália, na quinta-feira, 15.

O bebê de seis meses de idade foi arrastado por cerca de 30 metros, mas sofreu apenas uma contusão na cabeça. O condutor reduziu bastante a velocidade do trem ao perceber que o carrinho de bebê tinha caído nos trilhos, o que diminuiu o impacto.

A polícia afastou a possibilidade de crime intencional. De acordo com testemunhas, a mãe ficou muito abalada com o episódio.

A criança foi levada para o Hospital de Melbourne e deve ficar em observação, mas passa bem.

Dias antes do acidente, a companhia ferroviária Connex havia lançado uma campanha alertando para a segurança de crianças e bebês em estações de trem.

Fonte: BBC Brasil

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Som de Sexta

O Som desta sexta-feira no S@alcopimentas é uma obra de arte aclamada pelos críticos e fãs do Pink Floyd como um dos melhores álbuns da banda. A música Another Brick in The Wall faz parte do disco lançado em 1979, The Wall, um álbum conceptual da banda de rock progressivo inglesa.

A canção retrata em ficção a vida de um anti-herói ("Pink") que é martelado e espancado pela sociedade desde os primeiros dias da sua vida: sufocado pela mãe, oprimido na escola, ele constrói um muro em sua consciência para isolá-lo da sociedade, e refugia-se num mundo de fantasia que criou para si. Durante uma alucinação provocada pela droga, Pink transforma-se num ditador fascista apenas para que a sua consciência rebelde o ponha em tribunal, onde seu juiz interior ordena-lhe que mande abaixo o seu próprio muro e se abra para o mundo exterior.

The Wall é um belo exemplo de álbum que de rock, onde as apresentações são o que realmente podemos chamar de Concerto. Com apresentações que incluíam pequenos filmes animados projetados em uma área circular atrás de um muro gigante construído para o show, além de gigantescas marionetes.

Até uma versão em filme de "The Wall" foi desenvoldia em 1982 pelos estúdios MGM, sob o título: "Pink Floyd: The Wall".

Veja algumas cenas e acompanhe a música:




ANOTHER BRICK IN THE WALL (PART I)
Daddy's flown across the ocean
Leaving just a memory
A snap shot in the family album
Daddy what else did you leave for me
Daddy what d'ya leave behind for me
All in all it was all just a brick in the wall
All in all it was all just bricks in the wall

ANOTHER BRICK IN THE WALL (PART II)
We don't need no education
We don't need no thought control
No dark sarcasm in the classroom
Teachers leave the kids alone
Hey teacher leave us kids alone
All in all it's just another brick in the wall
All in all you're just another brick in the wall

We don't need no education
We don't need no thought control
No dark sarcasm in the classroom
Teachers leave the kids alone
Hey teacher leaves us kids alone
All in all you're just another brick in the wall
All in all you're just another brick in the wall

ANOTHER BRICK IN THE WALL(PART III)
I don't need no arms around me
I don't need no drugs to calm me
I have seen the writing on the wall
Don't think I need anything at all
No don't think I'll need anything at all
All in all it was all just bricks in the wall
All in all you were just bricks in the wall

TRADUÇÃO:

OUTRO TIJOLO NO MURO (PARTE I)

Papai voou através do oceano
Deixando apenas uma lembrança
Uma foto no álbum de família
Papai, o que mais você deixou para mim?
Papai, o que você deixou para trás, para mim?
Ao todo, foi apenas um tijolo no muro
Ao todo, foram apenas tijolos no muro

OUTRO TIJOLO NO MURO (PARTE II)

Não precisamos de nenhuma educação
Não precisamos de nenhum controle de pensamento
De nenhum sarcasmo sombrio na sala de aula
Professor, deixe as crianças em paz
Ei, professor! Deixe as crianças em paz!
Ao todo, isto é apenas mais um tijolo no muro
Ao todo, você é apuras mais um tijolo no muro

Não precisamos de nenhuma educação
Não precisamos de nenhum controle de pensamento
De nenhum sarcasmo sombrio na sala de aula
Professor, deixe as crianças em paz
Ei, professor! Deixe-nos, crianças, em paz!
Ao todo, você é apenas mais um tijolo no muro
Ao todo, você é apenas mais um tijolo no muro

OUTRO TIJOLO NO MURO (PARTE III)

Não preciso de braços em volta de mim
E não preciso de nenhuma droga para me acalmar
Eu vi a escrita na parede
Não vá pensar que eu preciso de coisa alguma
Oh, não; não pense que precisarei de coisa alguma
Ao todo, foram apenas tijolos no muro
Ao todo, vocês foram apenas tijolos no muro

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Frase do Dia


Rio faz a Olimpíada e São Paulo paga a conta!

colaboração: Lígia Tuon

Som de Sexta

Na edição de hoje do Som de Sexta, vamos ter duas canções: uma é bem sal da terra e outra é mais pimenta...rs
Ambas aproveitando a onda da escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Não. Não é Cidade Maravilhosa, de André Filho, muito menos Aquele abraço, do Gil.

Se eu fico feliz com a escolha do Rio e de meu país para abrigar as Olimpíadas? É claro que sim, mas não tento ver isso (sediar uma olimpíada) como o que pode ser a salvação para o esporte nacional, muito menos para o caos social e urbano do Rio de Janeiro.
Sediar um evento como esse é ótimo para vender o Brasil lá fora, insere o país no cenário mundial dos grandes jogadores.
Mas tem o lado real e mais podre disso tudo. Embora, esse seja meu desejo, não acredito que ficará LEGADO algum para a sociedade, assim como aconteceu nos Jogos Panamericanos. A não ser que a sociedade se mobilize. Espero que eu esteja errado.

A música mais apimentada é O Tempo não pára, de Cazuza. A música que vem em boa hora para que não nos esqueçamos da farra com o dinheiro público que será feita para essas olimpíadas. Enquanto isso, parte da população continua na miséria e vítima do caos da saúde e do transporte público. E a segurança e a reforma agrária continuam uma olimPiada, daquelas de humor bem de mal gosto.
"Transformam o país inteiro num p..., pois assim se ganha mais dinheiro. A sua piscina está cheia de ratos, suas idéias não correspondem aos fatos, o tempo não pára."
É Cazuza... só espero que o futuro olímpico não repita a farra do Panamericano. E o legado, hein?




Já o som mais salgado é o hino nacional evangélico. Pra Cima Brasil, de João Alexandre.


Preciso falar mais?
"Homens com tanto poder e nenhum coração. Gente que compra e que vende a moral da nação"
E ai... Agora com a Olimpíada como será o futuro do nosso país? Muda alguma coisa?