sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Caio Fabio comenta o caso Universal

A MÍDIA E OS NOVOS DEMÔNIOS!... — o caso Universal!...

Desde ontem as televisões do Brasil andam atrás de mim querendo uma entrevista; ou melhor: uma “sonora” [que é a entrevista “de corpo presente e falada”] sobre o Macedo e a Universal.

Hoje cedo foi a Globo...

Queriam uma sonora sobre o escândalo de lavagem de dinheiro da IURD; e mais: queriam que contasse como o bicho é muito mais feio..., considerando o que eu dissera durante toda década de 90, bem como acerca do que eu já disse no site: que a ponta desse negócio vem de longe... e de modos mais que ilícitos.

Era isto que queriam de mim...

Disse “não”...

E expliquei a razão:

Na década de 90 eu falei muito e falei através da mídia o que não era Evangelho; era apenas o interesse da mídia. Hoje, eu disse, não há nenhum tema da mídia que, por mais que eu o conheça, eu deseje falar acerca dele, a menos que seja sobre o Evangelho.

Então perguntei:

Vocês querem uma sonora dizendo o que é Igreja em relação ao que não é Igreja? Ou querem saber o que o Evangelho diz sobre esta loucura que se instalou entre nós na “igreja”?...

Silencio...

Então concluí:

Não concordo com nada do que ensinam, pregam e fazem... Nada é bom ali. Mas não sou Promotor de Justiça e, muito menos, Satanás; pois, o que vocês me pedem é para ser o Satanás dessa história; e não há na terra quem me leve para este lugar no qual Jesus não estaria!...

A resposta foi silenciosa...

A seguir um educado “muito bom pastor, que o senhor continue em paz e entre flores...”.

Eu disse Amém; e a conversa acabou...

É claro que sei que o que está aparecendo é a ponta “legal” da ilegalidade, e que o buraco fundo está cavado no tempo antes do período investigado. Mas esta é uma informação minha, contada a mim, por pessoas que hoje temem pela própria vida; sem falar que outras aceitaram dinheiro para sumir e viver bem...

Quanto mim, tudo o que digo, digo pelo Evangelho, na esperança de que a Luz acenda, mas não estou disponível para reforçar o papel de ninguém no seu desejo de encontrar carniça...

Sei que as coisas são reais e são ainda piores. Mas o Senhor não me constitui juiz entre os homens, e, menos ainda constituiu-me Profeta de Mídia.

A mídia eu conheço hoje muito bem...

Muitas vezes faz bons serviços... Mas a maioria das vezes apenas usa você a fim de atingir seus objetivos, e, no fim, quem segura a onda é você; você sozinho...

Ou seja:

Hoje cedo um dos Novos Demônios, segundo Jaques Elull, a Mídia, me visitou oferecendo-me “vingança”.

Sim, porque acusar é sempre coisa do diabo... Especialmente quando o seu chamado é para anunciar a Boa Nova, ou, no máximo, denunciar ao povo de Deus, por meios próprios e não contaminados, o que seja a verdade do Evangelho, ainda que isto incida sobre movimentos religiosos, políticos ou de qualquer outra natureza.

Concluí dizendo que não desejo nenhuma retaliação, e que não serei usado sob a bandeira da denuncia e da verdade, a fim de cumprir a “pauta” de uma redação que, no fundo, também faz parte do mesmo intestino grosso que hoje se dispõe a investigar...

Quase todos, nessas horas, depois de 1998, chegam dizendo que chegou a hora de todo mundo saber que eu estava certo!...

Minha resposta:

E eu lá estou preocupado com o fato de o mundo pensar qualquer coisa a meu respeito?!

A mim somente interessa a opinião de Deus sobre mim!

O mais é lixo...


Nele, que perguntou: “Quem me constituiu juiz e partidor entre vós?”,

Caio, 12 de agosto de 2009, Lago Norte, DF

retirado do site do autor

Um comentário:

voz que clama na web disse...

eu so quis falar de ti SENHOR.

Pai, á minha alma á ti suplica, dei-me o livramento.
Muitos pelejam contra mim Pai vem á mim, vem ouvir o meu lamento.
Foram muitos os que me ouviram, mas quase todos me ignorou.
Fui xingado escarnecido, acusado de ladrão e como se bastasse fui levado á prisão.


Eu só quis falar de ti SENHOR,
Os perdidos eu quis orientar,
Quis falar que o SENHOR liberta abençoa e à todos quer salvar.




Por instantes quis fugir,
Porem pra trás não me deixaste olhar,
Contra mim nada provaram e não fui eu envergonhado