domingo, 15 de março de 2009

ABGLT sem Dor...itos

Associação de gays pede retirada de propaganda de Doritos do ar

A ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais) pediu ao Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) que retire do ar campanha do salgadinho Doritos, da Elma Chips, por "disseminar preconceito com roupagem bem-humorada" contra homossexuais. O vídeo está no YouTube.

Um dos dois filmes da campanha, lançada no último dia 8 em canais de TV aberta e paga, mostra um grupo de quatro amigos em um carro ouvindo a canção "YMCA", do grupo Village People (sucesso na comunidade gay, segundo a ABGLT), quando um deles começa a dançar a coreografia da música. Ao final do vídeo, um pacote de Doritos tampa o rosto do jovem e uma voz de fundo diz: "Quer dividir alguma coisa com os amigos? Divida Doritos".



"A propaganda diz que a gente tem que se guardar. É ofensivo e mostra que a gente tem que se assumir cada vez mais. Não ficar enrustido para não prejudicar os amigos", disse Toni Reis, presidente da ABGLT.

Reis disse que entendeu a cena do pacote de "Doritos" no rosto do jovem como uma maneira de "esconder a homossexualidade como se fosse um grande defeito".

O Conar informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que a solicitação foi encaminhada para um relator e que, se houver pedido de liminar para suspender a propaganda, a decisão deve ocorrer na próxima semana. A PepsiCo, proprietária da marca Elma Chips, afirmou, por meio de nota, que "nunca aceitaria o risco de veicular qualquer mensagem discriminatória, muito menos ofensiva a qualquer público, e desrespeitar os homossexuais seria inaceitável tanto para a Pepsico quanto para sua agência de propaganda, a AlmapBBDO". Para a empresa, a campanha do salgadinho quer mostrar "como é gostoso consumir Doritos entre amigos".O filme YMCA "mostra a dancinha de forma irreverente, como algo fora de moda e não faz nenhuma menção ao homossexualismo. É uma coreografia antiga, engraçada e ultrapassada. Daí o olhar de estranhamento dos amigos para o mico do menino", segundo a nota.
Fonte: Agência Folha

S@lcompimentas: Mais um caso de frescurite aguda. É inacreditável como crentes, macumbeiros e gays tem mania de perseguição. É um complexo de inferioridade absurdo. Olha, não sou de defender empresas, mas esse país já está ficando chato. Daqui a pouco, os baianos, gaúchos, portugueses, padres, judeus e as loiras também vão começar com a mesma frescura. Pô! Assim vão acabar com todas as piadas. Além disso, daqui a pouco aparece alguém para me acusar de homofóbico, evangélicofóbico, macumbeirofóbico, gaúchofóbico, baianofóbico e por aí vai. Quer saber? Não estou nem aí. Só não podem me chamar de loira-fóbico. Isso, ah meu irmão, eu não sou mesmo!

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