terça-feira, 18 de novembro de 2008

Garota de 13 anos é suspensa da escola por tingir cabelo de marrom-escuro


Os rígidos critérios de disciplina de uma escola de Winchester, na Inglaterra, causaram a suspensão de uma garota de 13 anos e a revolta dos pais dela. Kirby Moore, de 13 anos, decidiu tingir o cabelo, influenciada pela irmã mais velha. Chelsea, de 15 anos, havia adotado um "look" marrom-claro e recebido elogios dos professores. Kirby optou pelo marrom-escuro - e foi suspensa.

A diretoria do King's School considerou que a mudança de visual foi radical demais para o regulamento da escola, de acordo com reportagem do "Mail Online".

A escola comunicou aos pais das garotas que Kirby deveria permanecer afastada dos outros alunos até que seu cabelo recuperasse a cor original. Revoltados, Stuart e Dawn Gander decidiram manter as duas filhas em casa, até que os cabelos voltem ao normal.

"Concordamos que os alunos devem obedecer às regras da escola. Mas não podemos aceitar que as regras sejam aplicadas de maneiras diferentes para cada garota", disse o pai Stuart, de 35 anos, ao "Mail Online".

As meninas fazem as lições e trabalhos em casa, auxiliadas pela mãe, que disse não concordar em gastar dinheiro com salões de beleza para recuperar a cor clara do cabelo "original" das filhas.

fonte: G1

comentário: Isto me fez lembrar dos tempos em que estudava na escola adventista perto da casa da minha avó, onde fiz da 5ª à 8ª série. Certa vez, levei advertência por ter ido para a escola com meia cinza - o colégio só permitia brancas. A minha irmã também não podia variar o visual, já que não eram permitidos alguns brincos, batons e coisas do tipo. Sem falar da proibição de comer carne. No "recreio" a opção era comer o cachorro-quente de 'carne vegetal', se é que esse termo faz sentido. Me me lembro até hoje de uma vez que levei, por engano, um sanduba que tinha presunto (o anticristo dos adventistas). Movido pela adrenalina, decidi comer mesmo assim. Ninguém percebeu que tinha carne no lanche (que ironia), mas me senti o maior malandro mastigando o que era proibido.

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