segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Jesus, filho de Virgem Maria, nasce no Natal no Peru

LIMA - Virgem Maria é o nome de uma peruana de 20 anos que deu à luz um menino no dia de Natal e batizou-o de Jesus, segundo informações da agência oficial de notícias do Peru.

O pai do bebê, Adolfo Jorge Huamani, 24, não se chama José, mas é carpinteiro. Por isso, os peruanos o compararam a São José, que também era carpinteiro.

"Dois mil anos depois, a história de Belém é vivida novamente," dizia a manchete do El Comercio, principal jornal do Peru, que é um país predominantemente católico.

A mãe, Virgen Maria Huarcaya, deu à luz ao menino de 3,5 kg, Jesus Emanuel, nas primeiras horas do dia de Natal, na maternidade central de Lima, a capital.

"Há alguns dias, decidimos dar o nome de um jogador de futebol a meu filho," disse o pai. "Mas graças a esta coincidência feliz, as coisas terminaram assim."

(Reportagem de Terry Wade)

Fonte: Reuters

Mr. Bean na igreja

Assista a este vídeo hilário onde Mr. Bean assiste ao culto e apronta todas durante o sermão:



[via Amenidades da Cristandade]

sábado, 27 de dezembro de 2008

Professor mata garoto de 11 anos por não ter feito a tarefa de casa

Haitham Nabeel Abdelhamid, de 23 anos, que é professor de matemática no Egito, foi condenado por homicídio culposo por causar a morte de um aluno de 11 anos, há dois meses.

De acordo com a BBC, Haitham ficou revoltado porque Islam Amr Badr (o garoto da foto) não havia feito sua tarefa de matemática. Após puni-lo com uma régua, o professor levou o garoto para fora e o atingiu violentamente com um soco no estômago. Isso mesmo - um soco tão violento que deixou o garoto com quatro costelas quebradas e provocou sua morte por insuficiência cardíaca.

O caso causou comoção em todo o país e colocou à prova o sistema educacional egípcio, fazendo com que o governo comece a trabalhar em uma reforma educacional, incluindo nova avaliação dos professores para combater a violência escolar. Acredite: a maioria dos professores são jovens inexperientes e lutam, com poucos recursos, para controlar turmas com mais de 100 alunos!

“O ministro da educação deve ser a primeira pessoa a ser punida - como é que ele pode concordar em permitirem que este tipo de homem ensine crianças?”, disse o pai do garoto.

Na sua defesa, Haitham disse que queria apenas disciplinar o aluno, mas não tinha a intenção de machucar ninguém.

Curiosamente essa parece ser uma prática em alguns países. No Youtube, por exemplo, constam vários vídeos que mostram professores agredindo alunos, como este abaixo.



[Via Pipoca de Bits]

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Silas Malafaia rebate críticas de Macedo sobre o Natal

No programa Vitória em Cristo do último sábado (20/12), o pr. Silas Malafaia, com sua delicadeza de sempre deu sua opinião sobre a comemoração do Natal por parte dos cristãos e rebateu as críticas sobre as possíveis origens pagãs da festa. Recentemente, o bispo Macedo escreveu um artigo no qual classifica a celebração do Natal como a principal tradição de um sistema corrupto, de base demoníaca.

Confira o Vídeo:



[via Amenidades da Cristandade]

A origem satânica do Natal, segundo o bispo (P)edir Macedo

O Natal é a principal tradição de um sistema corrupto – inteiramente denunciado nas profecias e instruções bíblicas –, chamado Babilônia. Seu início e origem se deram na antiga Babilônia de Ninrode. Na verdade, suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao Dilúvio.

Ninrode, neto de Cão, que era filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo. Ele construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Além disso, organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em hebraico, deriva de “Marad”, que significa “ele se rebelou, rebelde”.

Sabe-se que existem muitos documentos antigos que falam sobre Ninrode, este homem que se afastou de Deus e deu início à grande apostasia profana, e bem organizada, que domina o mundo até hoje.

Ninrode era tão perverso que dizem ter casado com a própria mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou uma doutrina maligna para a sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual: ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta. Este nascimento simbolizava que a morte de Ninrode era o seu desabrochar para uma nova vida.

Todo ano, no dia do aniversário de nascimento de Ninrode, ela afirmava que ele visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, e esta é a verdadeira origem da “árvore de natal”.

Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se em “rainha do Céu” dos babilônicos, e Ninrode, sob vários nomes, converteu-se em “divino filho do Céu”.

Por gerações neste culto idólatra, Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “Virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo) transformaram-se em objetos disfarçados em Maria e o Menino Jesus, principais figuras de adoração católica.

A veneração da “virgem e o menino” espalhou-se pelo mundo afora. O presépio é uma continuação dessa veneração em nossos dias. Apesar de mudar de nome de acordo com o país e sua língua, a dupla continua venerada: no Egito, chamava-se Isis e Osíris, na Ásia, Cibele e Deois, na Roma pagã, Fortuna e Júpiter. Até na Grécia, China, Japão e Tibete encontra-se o equivalente da Madona (minha senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo.

Como se vê, o paganismo disfarçado de cristianismo tem promovido o engano entre os incautos.

Deus abençoe a todos.

Bispo Edir Macedo

Fonte: www.bispomacedo.com.br

comentário Salcompimentas: Pois é... depois quando eu digo que é falso profeta tem gente que vem defender o bispo... Tudo bem... existe consumismo e deturpação do verdadeiro sentido do natal?
Claro que existe. Assim como na páscoa também. Mas, por causa disso, generalizar dizendo que não se deve celebrar o NASCIMENTO DE CRISTO... É muito para a minha cabeça.
Não me estranhará se, em breve, o bispo Macedo se autoproclamar o Messias em sua segunda vinda. Esperem para ver.
O pior é que já tem crente cabeça de minhoca que está acreditando mais no bispo do que na Bíblia. Além do mais, no blog do (P)EDIR MACEDO só tem comentários elogiosos. Nenhuma crítica. Tentei deixar uma crítica.
Será que a censura também vai pegar essa mensagem?
Veja a seguir, o nível dos elogios à "unção da palavra" de (P)edir:


Ana claudia disse:

Nunca armei uma arvore de natal em minha casa porque sempre achei que essa data fosse uma data diabolica.O diabo tem enganado ate o povo de DEUS.Quantos crentes tem arvore de natal em casa?quantos crentes deixam o espirito do natal entrar em seus lares?mal sabem que o natal e a festa do sacrificil ao proprio diabo.Bispo obrigado por alertar o povo sobre o natal,ja estava em tempo.DEUS abencoe a todos.

Pastor cria "disque-milagre" gratuito no Rio

O corretor de imóveis e pastor evangélico Alberto Correa, 54 anos, está oferecendo, no Rio de Janeiro, auxílio a fiéis por meio do telefone, serviço que ele mesmo denomina de "disque-milagre". Ele recebe, dirariamente, diversos apelos de doentes e, acionado, garante que "cura" pessoas desenganadas por meio de reza de trechos da Bíblia. Sem cobrar nada, afirma.

À primeira vista, a sala que ocupa em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro, parece um escritório comum. Cinco telefones na mesa, papéis espalhados, computador e Bíblia. De repente, uma ligação tem como resposta oração e o agendamento de um encontro.

Alberto sai às pressas para atender a mais um chamado do "disque-milagre". Assim que recebe o pedido de oração, o pastor vai, com seu carro repleto de adesivos, anunciando o serviço de cura, até o local onde está o doente. Com as mãos na região onde está a dor, começa a vociferar uma oração e parece entrar em transe. Segundo Alberto, o serviço funciona 24h e é gratuito. "Recebo de graça e dou de graça, diz a Bíblia. Curo por amor", justifica.

Há dias em que percorre filas de hospitais públicos para ajudar a quem espera atendimento. Em algumas vezes, acabou expulso da unidade de saúde, tamanho o tumulto que gerou. Em outras ocasiões, viaja pelo País, mas aí pede que as despesas da viagem sejam custeadas pela alma angustiada.

Um dos que receberam a oração foi o jogador da seleção brasileira Juninho Pernambucano. Em 1998, às vésperas da decisão do Mundial Interclubes entre Vasco e Real Madrid, no Japão, o jogador, hoje no Lyon, da França, sofria com torção no joelho esquerdo e corria sério risco de não jogar a final. O pastor entrou em contato com o jogador, em São Januário, e orou. Recuperado, ele jogou e fez até gol.

O jogador não se estende sobre o assunto, mas relata: "Realmente, fiz de tudo para jogar, sabia da importância daquele título para o Vasco. Tive fé na recuperação e o pensamento positivo de todos me ajudou". O religioso garante: foi seu poder de cura. Para o pastor Alberto, é aí que está boa parte da razão da cura: na cabeça. "A maioria é problema psicológico".

O auxílio da fé na cura começou na família do pastor há alguns anos. Mulher de Alberto, a pastora Ana já participava de programa evangélico no rádio, com orações. Passou seu número de telefone para os ouvintes e sua linha ficou congestionada. Assim, em 1997, criaram o disque-oração.

Alberto, então apenas um corretor de imóveis, acompanhava Ana nas visitas às igrejas. Numa das peregrinações, uma mulher com dores foi em direção a ele e pediu que a curasse. A partir daí, Alberto passou a crer que pode ajudar as pessoas a melhorar a saúde.

O corretor resolveu estudar e formou-se em Teologia no Instituto Teológico Latino-Americano, criou o dique-milagre e abriu a igreja Casa de Oração, nos fundos de sua residência. "Sou um veículo de Deus. Faço a prova na hora", garante.

fonte: jornal O Dia

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Agredido e humilhado em um Colégio Batista


Conhecido do grande público por ter escrito muitas das novelas de maior sucesso da Rede Globo de Televisão, como Roque Santeiro, Tieta, Senhora do Destino e Duas Caras, Aguinaldo Silva revelou ontem (19/12) em seu blog pessoal uma história comovente, onde conta eventos que lhe aconteceram quando tinha apenas 13 anos, quando foi humilhado, agredido e violentado na época em que estudava no Colégio Americano Batista do Recife.

O DIA EM QUE MORRI E NASCI DE NOVO!

Em 1957 o Colégio Americano Batista do Recife elegeu, com a mesma expectativa de sempre, sua Rainha da Primavera, como acontecia todos os anos: na semana que antecedia sua festa de aniversário o educandário sempre escolhia e coroava, pelo voto direto dos alunos, sua aluna mais popular e bela. Durante décadas funcionara desse modo. Mas naquela vez ocorreu um fato inédito: concorrendo à sua própria revelia com todas as belas candidatas, um garoto de treze anos é que acabou fragorosamente eleito: sim, fui eu mesmo.

Não, por favor, esperem: não se rejubilem ainda, pois a história é amarga, violenta e triste. E antes de ir adiante me deixem relembrar alguns antecedentes que me levaram a vivê-la.

Eu tinha treze anos.

O Colégio Americano Batista, ainda Baptista naquela época era – não sei se ainda é – um dos mais tradicionais do Recife. Por isso meu pai, um ex-frentista e balconista do único posto de gasolina da cidade de Carpina – a “Bomba do seu Firmino” – fez questão de me matricular nele quando nos mudamos pra lá.

Pois “seu” Joaquim Ferreira da Silva era assim: meu pai achava que só uma educação de excelência podia mudar o mundo... E o meu mundo não estava destinado a ser dos melhores.

Nós éramos pobres de Job; mal tínhamos como sobreviver. Mas “seu” Joaquim não descuidava do meu futuro. Antes de me colocar no C.A.B. (era assim que os alunos se referiam ao colégio), ele me fizera estudar o último ano do curso primário no Agnes Erskyne, um colégio de ricos. E antes disso, ainda em Carpina, me mantivera a duras penas na respeitada escola particular de Dona Isaura, uma lendária professora local, por cujos bancos passaram todos os meus contemporâneos filhos de privilegiados.

Eu tinha apenas uma vaga idéia dos sacrifícios que ele fazia pra me dar essa educação de alto nível. Mesmo assim tratava de não decepcioná-lo, e sempre lhe apresentava ótimos resultados.

Na escola de dona Isaura, e até no Agnes Erskyne, eu era criança demais e passara em brancas nuvens. Mas no C.A.B., já adolescente, logo fui notado. Eu era pobre, feio, esquisito... E a pior coisa de todas: era efeminado. Por tudo isso acabei eleito como vítima preferencial de todas as brincadeiras malvadas...

E foi assim que nós chegamos ao tal concurso.


O colégio era misto, mas separado por sexos. Havia a ala das meninas e a dos meninos, e todos os dias eles só se reuniam no mesmo lugar na hora do culto.

Num desses cultos, por votação direta, seria eleita a tal rainha.

E foi então que um dos meninos mais velhos, ao me ver passar com meu andar de cisne envergonhado durante o recreio, teve a idéia: “vamos votar no Aguinaldo!”

Pra meu desespero sua sugestão se propagou. E vingou de tal forma que, no dia da eleição, o assunto da minha “candidatura” era o mais comentado.


O Pastor Albérico, encarregado da apuração diante do auditório lotado de alunos, professores e funcionários, em nenhum momento citou meu nome. Mas lá no púlpito, cada vez que abria um voto do qual ele constava, tratava de colocá-lo acintosamente de lado. Até que, no final da apuração, pelo tamanho da pilha era mais do que evidente: fora eu o mais votado.

Várias vezes, durante aquela hora de humilhação e escárnio, eu desejei estar morto. Mas - que esperança - continuaria vivo... E sem saber que aquilo fora apenas o começo.

Logo depois da eleição – da qual foi declarada vencedora a menina que teve mais votos depois de mim – era o recreio. E mal a campainha tocou, já prevendo a onda de escárnio que se abateria sobre o meu lombo, saí correndo para o único local que considerava seguro: os banheiros.

Mas não cheguei a me trancar num deles, pois os meninos, excitados por conta da brincadeira, sentindo o gosto de sangue na boca, me perseguiram e me acuaram. Enquanto eu gritava de pavor, não houve nada que eles não me jogassem: pedras, paus, sapatos, terra, cadernos, canetas, livros, a meia porta de um dos banheiros que acabou sendo arrancada... Tudo isso numa gritaria infernal, que só foi interrompida a muito custo quando o Pastor Albérico, temendo o pior – um linchamento – chegou lá e gritou mais alto.

Enquanto ele tentava enquadrar aquele bando de adolescentes histéricos, eu escapei sem ser notado. Em prantos, saí do colégio e fui sentar num banco da Praça do Entroncamento, onde fiquei a soluçar, em estado de choque.

Lembrem-se: eu tinha treze anos.

Enquanto eu estava lá, sentado no banco da praça, num pranto convulso e descontrolado, um homem se aproximou de mim e perguntou:

“Por que choras, linda criança?”

Em vez de lhe responder eu chorei ainda mais alto.

E então ele me tomou pela mão e me levou para o seu quarto, numa pensão ali mesmo na praça. Mas lá, o que ele me deu não foi propriamente consolo.

Quando saí do quarto do homem não chorava mais, porém estava ainda mais arrasado. Um drama sem precedentes acabara de acontecer na minha vida. Eu passara por uma sucessão de sérios, pesados, irreversíveis agravos; mas não tinha ninguém com quem pudesse conversar sobre o fato.

Pior ainda: eu tinha que esconder tudo aquilo da minha família. Não podia chegar em casa e dizer: fui humilhado, espezinhado, quase linchado, violentado... Pois, quando eles me perguntassem: “por quê?!” Eu teria que responder: “porque sou pobre, feio, esquisito, e efeminado!”.


Não podia nem mesmo dizer ao meu pai que não ia mais voltar ao colégio pelo qual ele pagava tão caro e, portanto, no dia seguinte teria que retornar ao C.A.B. e lá continuar nos próximos meses, a enfrentar todas as provocações dos meus algozes.

Vaguei durante horas, desnorteado, arrasado, me perguntando o que fazer. Até que uma luz se fez e eu descobri que podia fingir, e que talvez isso até me permitisse ficar menos pobre, feio, esquisito e efeminado, e mais parecido com os outros.

Foi assim que, embora tivesse só treze anos, dei meu primeiro passo em direção à dissimulação e o cinismo, os dois pilares sobre os quais se apóia o nosso mundo.

Segui pela Avenida Conselheiro Rosa e Silva e fui pra casa, à rua do Cupim, 144, no bairro dos Aflitos. Lá encontrei Givaldo, um vizinho, adepto das teses de Lombroso (não sabem quem é? Procurem na Wikipédia), que certa vez, com a maior cara de pau, dissera a minha mãe que eu era um típico representante da sub-raça dos mulatos e explicara por quê:

“O cabelo dele é ruim!”

Sabendo que não era mais o mesmo eu entrei em casa. Mas minha mãe, dona Maria do Carmo Ferreira da Silva, que me recebeu à porta, não notou nada. Apenas perguntou:

“Por que demorou tanto?”

Ao que eu lhe respondi - e pela primeira vez eu fui cínico:

“Por causa do concurso da Rainha da Primavera no colégio... A turma saiu atrasada”.

Sentei à mesa. Comi, com a naturalidade de todos os dias, o meio peito de frango com rodelas de cará que minha mãe me serviu de almoço. E depois fui pro quarto cumprir minhas duas horas diárias de estudos caseiros... Aos quais, como se nada tivesse acontecido, tratei de me dedicar com afinco.

Isso mesmo, eu tinha treze anos...

E no dia seguinte, à hora de sempre, atendendo ao clamor da campainha, entrei na sala de aula do C.A.B. e ocupei o meu lugar de novo.

Ninguém falou comigo sobre o acontecido. Não houve qualquer comentário desairoso. O Pastor Albérico sequer olhou pra mim na hora do culto. E apenas o professor de inglês, chamado Fernando da Veiga, como sempre fora do seu feitio, quando me chamou ao quadro-negro ousou ser irônico comigo (eu escrevi “Y” em vez de “I”, querendo dizer: “eu”. E ele rosnou: “sendo como é você só podia ser burro!”)

Aos poucos eu soube: o caso provocara verdadeira convulsão na direção do colégio. Pensaram até em me expulsar como medida profilática. Afinal de contas, era eu o pobre, o feio, o esquisito e o efeminado, e por isso fora culpado de tudo. Mas como fazer isso e deixar sem punição os que quase me lincharam?

Assim, a história foi pura e simplesmente abafada. Isolado de todos, eu cumpri no C.A.B. mais um ano de estudos e concluí o ginásio.

Completei, afinal, quatorze anos. Nesse dia meu pai me chamou e disse:

“A partir de agora você vai trabalhar durante o dia, estudar à noite e pagar seus próprios estudos”.


Aceitei de bom grado. Saí logo à procura de emprego, e em poucos dias já estava trabalhando na zona do cáis, não num puteiro, mas numa agência de navegação, que alugava os serviços do rebocador “Mestre Antônio”. E então me matriculei para o curso Clássico em outro colégio caríssimo, o Salesiano.

A essa altura, mais só e introspectivo que nunca, eu já tinha - pasmem! – escrito dois livros. Um deles, “Redenção para Job”, reescrito dois anos depois, seria publicado em 1961, e então minha vida mudaria. E eu não precisaria que meu pai me dissesse isso pra concluir que, no que diz respeito à minha educação ele sempre estivera certo.

Pobre, feio, esquisito e efeminado: eu me considerava único... Até o dia em que, enquanto tomava um sundae na Confeitaria Confiança – pago com o produto do meu trabalho! -, eu conheci um garoto como eu, que se apresentou como “Fernando Maysa” (todos achavam que ele se parecia com a cantora, por causa dos enormes olhos verdes... mas pra mim era mais bonito).

Em poucos instantes nos tornamos amigos inseparáveis, eu lhe contei o que tinha acontecido comigo lá no C.A.B., e então ele me levou ao Quem-me-Quer, um jardim à beira-rio no centro do Recife, me apresentou à sua turma de garotos feios, esquisitos e efeminados como eu e disse:

“Aponta um de nós que não tenha passado por algo parecido”.

Eu tinha treze anos quando isso aconteceu. Vou fazer 65 agora. Durante 52 anos guardei essa história comigo. Por isso nunca fiz análise – pra não ter que deitar num sofá e contá-la a um estranho. Na verdade, a essa altura da minha vida eu até já a tinha esquecido.

Mas, da varanda de minha suíte do “Splendour of the Seas”, enquanto ele atracava no Recife, eu vi a zona do cáis à minha frente, e então me lembrei de tudo.


Mal desci do navio, peguei um táxi, pedi ao motorista: “me leva ao Colégio Americano Batista...” E ele fez isso. Lá, por trás do portão fechado, eu fiquei alguns minutos a olhar a mesma alameda de palmeiras pela qual eu passei em prantos naquele dia fatídico... E quase consegui me ver a seguir aquela via sacra de novo.

Pedi então ao motorista que me levasse à Rua do Cupim 144, e lá fiz questão de tirar fotos. A casa ainda é a mesma, só as grades mudaram, mas hoje ela funciona como escritório.

A seguir fui me encontrar com três jornalistas que estão escrevendo uma tese sobre a minha infância em Pernambuco e queriam que lhes desse uma entrevista. Foi então que, pela primeira vez nesses anos todos, tive vontade de contar essa história... Mas me contive e pensei:

“Se o fizer será no blog, quero que a turma de lá seja a primeira a tomar conhecimento disso”.

O prometido é agora cumprido. Estou aqui, nu diante de todos.

Antes de voltar para o navio eu vivi o grande evento do dia: a reunião e o almoço com minha família (irmão, cunhada, sobrinhos, sobrinhos-netos) a quem não via há alguns anos. Foi com eles a voejar ao meu redor num restaurante, no auge da satisfação e da felicidade, que afinal concluí: não sou mais feio, nem pobre, e muito menos esquisito.

Agora, efeminado...

Bom, a verdade é que de vez em quando ainda desmunheco. Mas acho que isso é destino!


No final do almoço, quase à hora de regressar para o navio, alguém me mostrou uma senhora numa mesa próxima: era dona Alba, uma antiga vizinha nossa da Rua do Cupim!

Eu não a reconheci, mas percebi desde que entrei no restaurante que ela ficou me olhando. Minha cunhada me levou até ela; a velha senhora me cumprimentou efusivamente, e disse duas frases que considerei lapidares.

A primeira foi: “Guina, como tu ficou grande!”

“Guina” era o meu apelido de Menino.

E a segunda, enquanto olhava extasiada para a minha cabeça, foi: “teu cabelo ficou bom!”

Essa última, se algum dia eu morrer – o que acho muito difícil -, quero que a escrevam, com uma pequena adaptação, no meu túmulo:

“O cabelo dele não apenas ficou bom, mas continuou melhorando”.

Fonte: Blog do Aguinaldo Silva [via Amenidades da Cristandade]

Com qual líder evangélico você se parece?


Você que vive criticando ou elogiando os líderes evangélicos já parou para pensar com qual destas personalidades você se parece mais? Com qual tem mais afinidade? O site Quizfarm.com é uma página especializada em testes do tipo quiz. Em um dos testes(Qual neo-evangélico você se parece?), você dá a sua opinião sobre 50 frases e jargões usados por personalidades da "comunidade evangélica". Para jogar, você precisa classificar cada uma das frases em diferentes níveis, que vão de "Heresia" a "Unção da Sabedoria".

Depois de classificar todos os "bordões", você terá a agradável ou terrível surpresa de ser comparado a Bispo Macedo, Estevam Hernandes, Silas Malafaia, os Valadões (André e Ana Paula), R.R. Soares, dentre outros. Isto porque o site
indica com qual dos "líderes" você se parece mais e a porcentagem de afinidades entre você e o pastor-bispo-profeta-apóstolo...
Além de mostrar a figura gospel que mais se parece (ou pensa) como você, o site estabelece um ranking com todos os outros personagens.

Como muitos devem suspeitar, o meu quiz deu Caio Fábio em 1º. Para minha decpção, David Miranda em 2º. Para compensar a frustação da 2ª colocação, o digníssimo Ricardo Gondim ficou em terceiro.
Bispos Macedo/Romualdo, R.R. Soares ficaram nas últimas posições, de onde, é provável, que nunca saiam.


Acesse o Quizz e faça o teste agora!

Guerra Santa: Concorrência entre pecadores, ops... pescadores?


Depois de arrendar integralmente em agosto o canal 21 (UHF da Band), a Igreja Mundial, comandada pelo auto-intitulado apóstolo Valdemiro Santiago, acaba de expandir seu espaço também na Band: comprou o horário entre 2h e 6h na emissora.

A Igreja Mundial é hoje um dos maiores fenômenos religiosos em curso no país. Alguns estudiosos das religiões já igualam sua atual expansão à obtida pela Igreja Universal no início da década de 90. Seus cultos na sede em São Paulo reúnem diariamente entre 5.000 e 11 mil pessoas (a igreja fala em 15 mil). Em agosto, inaugurou o maior estúdio de pregação do país", que inclui até uma réplica de montanha.

Além do canal 21, da Band, e das cinco horas (das 3h às 8h) que tem na Rede TV, a Mundial também está provocando uma "guerra santa" na rede paranaense CNT. Isso porque a igreja do apóstolo Valdemiro acaba de comprar também o horário entre 17h e 19h da (endividada) rede da família Martinez, o que provocou a fúria de outro líder religioso, R.R.Soares, que também tem programa na CNT (das 19h às 21h).

Segundo Ooops! apurou junto a pessoas a par da situação na CNT, o pastor R.R. Soares ameaçou a direção da CNT dizendo que, se Valdemiro entrar por uma porta na emissora, ele "sai pela outra".

Fonte: Ooops!, via Pavablog

"Igreja Planetária do Império de Deus"?

Em entrevista exclusiva, Valdomiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder Deus fala sobre sua vida e discute o que faz com que sua denominação seja a que mais cresce hoje no Brasil

ECLÉSIA - Recentemente a Igreja Mundial do Poder de Deus assumiu 22 horas diárias da programação da Rede 21. Quais são seus planos com todo esse horário na televisão?

VALDEMIRO SANTIAGO - O projeto é pregar a salvação e a grande vantagem está no número de pessoas atingidas. Na igreja, prego para 15 mil, na televisão, para 15 milhões. Também atingimos em seus lares pessoas que de outra forma não ouviriam, porque não costumam ir à igreja. Já estamos lá há seis anos e agora vamos ter mais tempo. Começaremos com testemunhos, oração, cultos. Haverá duas horas de jornalismo durante a programação, produzido pela Bandeirantes. Mais para frente, vamos diversificar a programação, com outras atrações, inclusive de variedades. Queremos fazer televisão de qualidade, mas nem por isso deixaremos de lado programas que temos também em outras emissoras. Nossa idéia é crescer e ampliar.

ECLÉSIA - O senhor costuma usar dois bordões “vem pra cá Brasil” e “aqui o milagre acontece”. Deus tem realizado um avivamento pela Igreja Mundial? Qual é o segredo disso tudo?

Não tenho dúvidas de que o Brasil está experimentando um avivamento e este ministério faz parte dele. Não apenas aqui, mas em outros países como a Argentina. Nesses lugares, multidões estão vindo sedentas e correm notícias de grandes sinais e milagres. Tudo isso seria impossível sem a renúncia. O que quero dizer: nós, homens, atrapalhamos demais o trabalhar de Deus. Lendo a Bíblia, percebo que a entrega, a renúncia foram essenciais para que homens simples fizessem grandes obras. Quanto menos eu atrapalhar, mais Deus vai operar. Nunca poderei atribuir o que Deus está fazendo por meio da Igreja Mundial do Poder de Deus a mim. Se o poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza e ele age assim em nosso ministério, só posso dizer que sou o mais fraco dos homens. Procuro praticar e ensinar isso a nossos pastores. O pregador, como tantos dizem, mas não praticam, deve glorificar o nome de Jesus. Vi em minha vida que apenas talento e esforço não resolvem todos os problemas. Por mais que lutasse, dormi muito tempo escorado em portas de igrejas e sem o pão de cada dia. A igreja que o senhor lidera é provavelmente aquela que mais cresce na atualidade. Dados da própria denominação falam em mais de 500 templos só no Brasil e um crescimento de 200%, com 20 novos templos abertos por semana nos últimos meses. O que representam tantos números para vocês? Não é uma questão de números. Existe uma necessidade de se pregar o Evangelho. As pessoas têm sede da Palavra, mas por causa do grande crescimento da maioria das igrejas, o Evangelho tem sido confundido com religiosidade, com freqüência a cultos em busca de benefícios pessoais. Porém, uma coisa é o poder de Deus, que muda a pessoa, outra, a religião, um costume, uma tradição. Deus criou essa obra [a Igreja Mundial] e viu a entrega e a simplicidade, um esvaziamento, que permitiu a ele encher-nos de sua grandeza. É simples. As multidões continuarão chegando. O crescimento é decorrente dessa necessidade da pregação da Palavra genuína. Também há um caráter profético. A vinda de Jesus está próxima. Junto com outros ministérios sérios, continuaremos a levar a mensagem da salvação, o Evangelho simples.

ECLÉSIA - Então, o que leva a esse crescimento é a busca pelas curas, sinais e maravilhas?

São muito importantes, pois as pessoas estão escandalizadas e até incrédulas quanto aos grandes ministérios. Mas quem tem dúvidas deveria nos investigar. É impossível qualquer ser humano fazer tais coisas. Aqui acontece o sobrenatural, o poder de Deus em ação. Nós não podemos curar cegos, paralíticos, cancerosos, aidéticos. E há curas comprovadas em todos esses casos. Assim a Palavra é fundamentada. Há uma necessidade das pessoas verem milagres para serem atraídas, convencidas e se arrependerem. Vivemos em um mundo com muitos problemas sociais e as pessoas encontram conforto e resposta no Evangelho. Milagres e curas fizeram parte do ministério de Jesus e dos apóstolos, mesmo sem as ferramentas que temos hoje para divulgá-los: televisão, internet, revistas, jornais. Se Jesus tivesse esses meios, tenho certeza que iria usá-los, pois potencializam qualquer ministério. Os milagres que leio na Bíblia, tenho também visto pessoalmente.

ECLÉSIA - Pode contar algumas dessas histórias que tanto o impressionaram e que mais marcaram seu ministério?

Uma delas foi de um homem que morreu. Como se diz no Nordeste, “estava na pedra”. A família, inclusive, já tinha recebido o atestado de óbito. A filha dele chegou em mim na igreja, abraçou-me e disse: “Se o senhor disser que ele está vivo, ele viverá”. O que houve ali foi pela fé dela. Comovido, respondi: “Então, está vivo”. Quando ela voltou para casa, estavam se preparando para velar o corpo e receberam a notícia de que o homem havia voltado à vida. Os médicos tentaram justificar, mas não conseguiam entender como o coração voltou a bater. Foi uma ressurreição. Há alguns dias, um homem aqui em São Paulo, doente terminal de Aids, que mais parecia um esqueleto e vivia deitado na cama, sem condições para andar, foi curado. O homem tem 1,80 metro e chegou a pesar 30 quilos. Temos todos os exames, antes e depois, comprovando a cura. O vírus não ficou apenas indetectável, desapareceu do organismo dele mesmo. Há algum tempo conheci um senhor de mais de 60 anos que era ateu. Ele foi curado de um câncer e se converteu. Também batizei outro, de 86 anos, que a vida toda militou no ateísmo. Ele me abraçou e disse: “Graças a Deus, que me fez conhecê-lo”. Às vezes, coloco a cabeça no travesseiro quando passo alguma luta ou perseguição e não consigo dormir, abatido ou querendo esmorecer, e o Espírito Santo me lembra de tudo isso que tem acontecido. Ele me diz: “Se faço isso na vida de todos os eles, também faço na sua”.

ECLÉSIA - Hoje existem teorias sobre batalha espiritual e libertação que envolvem conceitos complicadíssimos como mapeamento espiritual e regressão. Seus cultos enfatizam libertação, curas e milagres, mas o senhor crê nesses ensinos?

Conhecer é importante, mas tem gente que, nessa busca, acaba dificultando as coisas. Não vejo o Evangelho dessa forma. Por isso, buscamos simplificá-lo. Tenho consciência que, dentre tantos pregadores que estão com algum destaque na atualidade, eu sou o menor, com menos conhecimento. Não sou versado na letra. Leio a Bíblia todos os dias, mas não para mostrar erudição ou demonstrar na televisão ou no púlpito. Leio para me alimentar. Na verdade, leio a Bíblia como quem busca um prato de comida. Você prega uma hora, duas horas, fala com eloqüência e arranca aplausos e choro da platéia. Depois vem outra pessoa, que fala um português sofrível, mas, pela fé, faz o paralítico andar. Qual terá mais credibilidade diante do público? Eu prefiro ser este último homem. No tempo de Jesus, os sacerdotes e escribas eram homens de grande conhecimento. O próprio Nicodemos mostrou que sabia muito. Mas reconheceu diante de Cristo que ninguém poderia fazer aqueles sinais, se Deus não fosse com ele. É disso que precisamos. A Palavra precisa voltar a salvar, curar, libertar e prosperar. Tem gente que é muito inteligente para inventar formulas. Dou graças a Deus por não ter inteligência para isso. Não falo em sabedoria, pois a pessoa sábia não fica buscando e se preocupando com isso. Preocupa-se em promover o Reino de Deus e ver a multidão glorificar a Deus.

ECLÉSIA - Como o senhor avalia a Igreja Evangélica brasileira em geral?

Infelizmente, temos de admitir que está enferma. Mudamos, modificamos certas regras, buscamos nos modernizar. O pastor quer acompanhar as mudanças na sociedade. O que não falta é gente sugerindo: você precisa mudar, acompanhar os novos tempos, evoluir, adaptar-se ao mundo, fazer política. A política é de Deus, embora alguns crentes tenham deixado a desejar. Mas não posso me confundir: sou um pastor. Em nossa igreja, Deus chamou pessoas para mexer com política. Se eu começar a negociar acordos, vou desvirtuar o Evangelho. A mesma coisa acontecerá se quiser dirigir a igreja como uma empresa. Não sou empresário. Tenho políticos e empresários na igreja e nós os abençoamos. A meu ver, muitas autoridades espirituais, grandes homens de Deus estão divididos entre serem pastores e políticos ou empresários. Atribuo essa fraqueza à falta de ensino e à falta de tempo das lideranças para dedicar à pregação da Palavra. Se os líderes das grandes igrejas fizessem isso, descessem do pedestal, ficando em seus lugares – aos pés de Cristo –, experimentaríamos um avivamento de fato no Brasil e não somente de números.

ECLÉSIA - O senhor fala muito sobre oração, vigílias, busca nos montes. A Igreja brasileira está enfraquecida por que perdeu tudo isso de vista?

Creio que se vemos curas e maravilhas em nosso meio, em grande parte é devido a essa busca. Eu não posso dar aquilo que não tenho, que não recebi. E só recebo se buscar. É a lei da semeadura: só colhe quem planta. Se Jesus buscava nas madrugadas, ia aos montes para orar, por que não seguimos seu exemplo? Muita gente costuma me criticar porque vou ao monte, dizendo que isso não existe mais, que é perigoso. Não critico essas pessoas e não quero saber desse tipo de crítica em relação a mim. Eu, um pecador, não deveria ir, deveria morar no monte, viver em vigílias. O importante é o resultado. E cada vez mais gente que segue este exemplo vem nos procurar feliz, liberta, salva, cheia da presença de Deus.

ECLÉSIA - A Igreja no Brasil é especialista em promover grandes eventos e concentrações de sucesso. Mas não em segurar as pessoas e fazê-las crescerem espiritualmente. Como você encaram essa realidade por aqui?

A Bíblia trata o líder, o pastor, como um construtor. Aquele que é prudente precisa ver que materiais vai usar e como lançará o alicerce. Se, após verificar o solo, fará uma fundação superficial ou outra, mais profunda, mas que também ofereça mais segurança. Não sou engenheiro ou arquiteto, mas sei que sem trabalho, nada se faz. Trazendo para o lado espiritual, a mesma regra vale para a pregação. Nunca preguei milagres. Não é necessário falar de um cego há dois mil anos, se posso mostrar o cego curado hoje. A não ser quando a pregação fala da atitude daquele que foi curado: o cego que seguiu Jesus, aquele dentre os dez leprosos que voltou para agradecer. O material empregado é a Palavra de Deus. Nossa pregação e ensinos são ministrados nos cultos e em programas de televisão. Igrejas que normalmente fazem grandes movimentos, não têm tempo para pregação e ensino. Apenas realizam campanhas. As pessoas recebem – às vezes, não recebem, porque sem eles é difícil para receber – e Jesus é apresentado a elas como o dono do supermercado, do depósito, ao qual o interessado vai para comprar. Garanto que não temos problema de grande rotatividade. Atribuo isso à pregação. Ensino que o principal não pode ser o milagre físico ou financeiro, mas a salvação. Senão, quando estiver no deserto, sem milagres, o crente corre o risco de ficar igual aos hebreus no deserto e murmurar. Para permanecer na presença de Deus, temos que nos agradar dele como diz o Salmo 37 e nunca atribuir a Deus seus fracassos ou problemas. Com quem nos identificamos? Com Jó ou com sua esposa? Bênçãos e milagres são conseqüências da comunhão que temos com ele.

ECLÉSIA - Como teve início sua caminhada espiritual? E como aconteceu sua conversão?

Eu era católico como a maioria aqui no país: não queria nem saber de ir à igreja. Na verdade, eu era menino ainda. Com a morte de minha mãe, saí da casa de meu pai. Tinha 12 anos. Perder minha mãe foi um golpe duro, ela era rígida, mas nos fazia sentir protegidos. Não conseguia conviver com as famílias de meus irmãos mais velhos, casados. Estava machucado, era rebelde. Com 14 anos fui embora. Vivi momentos difíceis. As más companhias que encontrei, trataram de me afundar de vez. Passei fome, dormi na rua, tornei-me um viciado e contraí diversas doenças. Meus irmãos até vieram atrás de mim, mas eu não deixava que me ajudassem. Maltratava-os. Um dia, depois de passar a noite em claro, estava na frente de uma igreja e o pastor, rapaz novinho, convidou-se para entrar. Estava tão cansado que aceitei, claro. Só queria fechar os olhos e descansar, mas Deus tinha outros planos e naquela reunião me alcançou.

ECLÉSIA - Durante vários anos, o senhor atuou como pastor e bispo da Igreja Universal do Reino de Deus. Inclusive no exterior. Em Moçambique, sofreu uma das maiores adversidades de sua vida. Como foi?

Aconteceu em 1996 e foi um naufrágio. Mas não um acidente. Sabotaram nosso barco para tirar minha vida. Em Moçambique, pescava e dava os peixes às comunidades carentes. O crescimento da igreja, no entanto, começou a incomodar outras lideranças. Certo dia, fomos pescar e quando já estávamos em alto mar, percebemos que a embarcação fazia água. Estava com mais dois pastores e um músico. Disse a eles que me esperassem, pois ia buscar socorro. Um dos pastores ficou em uma bóia que deixamos lá para marcar o local, próximo ao naufrágio, em um recife. Mas os outros dois resolveram me acompanhar. Como tinham corpos atléticos e eu era bastante obeso, tinha 153 quilos, pensaram: “Se o bispo vai, também podemos ir”. O problema é que foi uma decisão de fé. Acho que nem o melhor nadador, fosse ele o Gustavo Borges ou o César Cielo, conseguiria nadar ali. A água do oceano estava tão gelada que havia risco de congelar. Fora isso, tinha a distância e os tubarões que procriavam na região. Como a corrente estava forte e as ondas enormes, logo perdi o contato com eles. Nadei sem parar por oito horas, desviando de tubarões. Perto da praia, dois homens me socorreram, como se carregassem uma pena. Meus olhos sangravam por causa da alta concentração de sal da água e não consegui vê-los direito. Depois dos primeiros-socorros, gritaram para outras pessoas e sumiram. Fui levado até a ilha vizinha, habitada. Lá, as equipes de socorro me ajudaram e foram atrás dos outros. O que ficou na bóia foi resgatado, mas os demais nunca mais foram encontrados. Outras vezes voltei àquela praia, mas não encontrei os dois primeiros que me ajudaram. Creio que eram anjos. Depois de tudo, a imprensa e técnicos do governo foram ao local. Não conseguiam acreditar que tinha sobrevivido. Não tenho dúvida que experimentei um grande livramento de Deus.

ECLÉSIA - Foi a partir daí que o senhor fundou a Igreja Mundial?

Foi logo depois, mas não em virtude disso. É até difícil explicar como começou, mas foi pela vontade de Deus. Durante 18 anos, fiz parte de outro ministério. Mas aí comecei a discordar da forma como essa igreja estava agindo. Na minha opinião, já não pregava a Bíblia e ensinava o Evangelho como aprendemos. A Palavra de Deus é simples demais e sempre procurei prega-la dessa maneira. Já não via isso na igreja. Cheguei na minha esposa e disse a ela que não me sentia bem, pois não pregávamos mais a verdade. Mas era obrigado a obedecer à direção. Oramos a Deus e ele colocou em nosso coração para que saíssemos. Nada foi planejado. As pessoas souberam de nosso desligamento, estranhavam, perguntavam por que estávamos saindo e o que iríamos fazer. Eu apenas dizia que queria pregar o Evangelho de Jesus. Queriam saber como se chamaria a nova igreja. Eu não dizia. Falar o quê? Não havia parado para pensar nisso. Mas uma vez estava no carro, quando um amigo fez a pergunta e disse de supetão “Mundial do Poder de Deus”. Não estava preocupado com isso, veio de repente.

ECLÉSIA - A igreja já começou atraindo gente?

Nada. Antes da primeira reunião, passamos a semana inteira evangelizando. Até estava acostumado com multidões. Na África, em menos de dois anos, batizamos quase 50 mil pessoas. Por isso, os primeiros resultados foram desanimadores. No horário da reunião, não havia ninguém. Atrasei meia hora e, mesmo assim, só havia 16 pessoas. Contando com minha esposa, filhas e três ou quatro pastores. Mas era Deus trabalhando, amassando e moldando o barro. Com muito trabalho, o número de freqüentadores foi aumentando e, em dois meses, precisamos mudar pela primeira vez de salão, pois aquele em que estávamos havia se tornado pequeno. Hoje, a cada reunião, há 2 a 3 mil pessoas novas toda vez. Nossa preocupação é que venha também o crescimento espiritual.

ECLÉSIA - Esse crescimento acaba incomodando outras denominações. Como o senhor encara as críticas e perseguição que sofre?

Para mim é triste, pois vem justo de irmãos na fé. Já fui caluniado e ameaçada de morte junto com minha família. Eles têm medo de perder sua posição, seu prestígio, pessoas não virem às suas igrejas. O ciúme é um problema até na Bíblia. Eles olham para as multidões vindo à Igreja Mundial e temem. Isso não deveria acontecer, afinal, somos soldados do mesmo exército. Independente da minha igreja estar cheia ou não, louvo a Deus quando vejo uma outra, repleta e buscando a Deus. Creio que, mais cedo ou mais tarde, verão que não adianta ficar criticando e acabarão orando por mim. Já me habituei com as calúnias. Não é possível esconder um ministério que chama tanto a atenção. Ameaças também surgem, essas são mais difíceis, pois tantas vezes são diretas mesmo. Tentam até fechar nossos templos. Mas digo: para cada um que fecharem, abriremos outros dez.

ECLÉSIA - Quando acabam os cultos, muita gente vem até o senhor para tentar tocá-lo. O senhor não teme ficar com imagem de messias e ser idolatrado?

Não tenho esse temor. Isso não parte de mim e não encorajo as pessoas a pensarem assim. Gente querendo chegar em você para receber uma benção é coisa comum. Na Bíblia, por exemplo, isso não aconteceu apenas com Jesus. Veja o caso de Pedro. Quem era ele? Um simples pescador. Mas, porque sua sombra curava, as multidões se chegavam a ele. As pessoas sabem que vêm de Deus e não do pregador. Mas, por ser mais palpável, acham que, se tocar nele, é mais fácil de obterem. Há um componente bíblico, não só de uma pessoa, mas de todos os servos de Deus, cheios de sua presença, fazerem as mesmas obras de Cristo. Sei que também pode distorcer a mensagem, por isso, digo que sou um canal da benção divina, mas não posso salvar ninguém. Sou carente da salvação e da cura como todos. Sou um comedor de frango com quiabo e angu que, quando fica doente, vai a Jesus como todos e pede sua misericórdia e cura.

Fonte: Revista Eclésia, via O Verbo

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Daniel orava em secreto. Tem gente que não curte muito o jeito Daniel de orar.

Um segundo a mais


O ano de 2008 terá um segundo a mais. A decisão foi tomada por astrônomos do Observatório Naval dos EUA oara sincronizar dois sistemas que coordenam o horário do planeta: os relógios atômicos e a rotação da Terra.

fonte: coluna da Tatiana de Mello na Istoé

Enchentes em Santa Catarina foram "castigo divino"

Hoje fui à formatura de meu sobrinho, filho de um primo querido e um de meus melhores amigos. A formatura aconteceu na Igreja Batista Getsêmani e, embora ame profundamente meu sobrinho, meu primo e sua esposa, em certo momento do sermão tive que me levantar ostensivamente e sair dali enquanto sacudia a cabeça, enojado.

Não, "enojado" é pouco.

Mas voltemos um pouco no tempo.

Há alguns dias, Luca, que tem a mesma idade do meu sobrinho, também se formou no segundo período. Sua festa na escola foi alegre, repleta de dança, teatrinho e brincadeiras. Luca e sua turma apresentaram três músicas, assim como as demais crianças dos outros períodos. Tudo durou pouco mais de duas horas, mas sempre com muita alegria, riso e descontração.

A cerimônia de meu sobrinho aconteceu na Igreja Batista ligada à escola na qual ele estuda e durou quase três horas. Três horas de pregações com uma ou outra música jogada no meio. Músicas com letras religiosas, claro. As crianças vestiam ternos e vestidos formais, contrapondo-se aos figurinos festivos da festa de Luca.

Até aí, tudo bem. Ninguém disse que uma formatura precisa ser divertida (e depois de sairmos dali é que iríamos realmente festejar a data). Porém, as pregações de um certo pastor Jorge Linhares, um senhor que passei a considerar repulsivo, me despertaram nojo absoluto. Em primeiro lugar, ele começou a falar sobre como o mundo está cada vez mais entregue à "perversão". Ok, mesmo que hoje não existam mais arenas nas quais pessoas são devoradas por leões para a diversão alheia e que estejamos longe dos tempos sombrios da Idade Média, há pessoas que acreditam que o mundo vem piorando de século para século. Vá lá.

Mas então, para provar seu ponto, o senhor Jorge Linhares citou as enchentes em Santa Catarina. "Um castigo divino". Chegou à compará-las ao dilúvio, explicando que Noé não pôde abrir a Arca para os pecadores.

Esqueçamos, por um momento, que estávamos na cerimônia de formatura de crianças de 5 e 6 anos e que aquele "sermão" era completamente inadequado ao contexto. Ainda assim, como justificar que aquele... "pastor" estivesse argumentando através de uma lógica torta que as vítimas da enchente foram alvo de uma "punição" divina? De acordo com o senhor Jorge Linhares, os mortos, feridos e desabrigados de Santa Catarina mereceram o que tiveram, já que Deus precisa punir o mundo "perverso" que estamos construindo. Que alma caridosa, não?

Lembrei-me daqueles que dizem que a AIDS é a punição divina para os gays. E também daqueles que celebraram a morte de Heath Ledger como a punição a um ator que encarnou um homossexual. E, claro, do televangelista crápula Pat Robertson, que, poucos dias depois do 11 de Setembro, disse em seu programa de rádio que aquilo tinha sido uma punição de Deus à liberalidade cada vez maior dos Estados Unidos e a tolerância aos homossexuais.

E já que falei nos homossexuais...

... depois de usar uma tragédia como a de Santa Catarina para "provar" um argumento repulsivo e ilógico, o pastor Jorge Linhares, num exemplo absurdo de non sequitur, passou a atacar os gays. "Muitos defendem o casamento entre homossexuais", disse o senhor Linhares, babando ódio e irracionalidade. "Eles não têm que se casar de forma alguma, não podem. Isso é preconceito? É preconceito, sim, mas que temos que ter mesmo! Esse tipo de casamento vai destruir a instituição do matrimônio. E outra coisa: alguns defendem que casais homossexuais possam adotar crianças órfãs. Não podem, não. É preferível que as crianças cresçam no orfanato do que criadas por um casal de homossexuais".

Lembro, mais uma vez, que este homem que passei a considerar um verdadeiro crápula estava discursando numa formatura de crianças de 5 e 6 anos de idade.

Foi neste instante que me levantei e saí, levando Luca comigo. Quando Luca perguntou por que estávamos saindo, expliquei que aquele moço lá na frente estava usando o nome de Deus para falar coisas erradas que inspiravam o ódio. E que Deus não gosta de ver as pessoas se odiando, que ele gosta de ver o Amor. Mas que, infelizmente, existem pessoas que usam o nome de Deus para enganar, para enriquecer ou para ganhar algum poder de influência e que, para isso, transmitem mensagens repugnantes e erradas como aquela.

Ensinar crianças a odiar? A discriminar? A julgar o próximo apenas porque este é diferente?

Minha revolta, nesse momento, é indescritível. Sinto minha cabeça girar de raiva. Como alguém pode submeter crianças a uma lavagem cerebral como esta, à influência maligna, cancerosa, de um "pastor" como o senhor Jorge Linhares?

Não sou um profundo conhecedor das Leis, mas suponho que o discurso preconceituoso do "pastor" Jorge Linhares infrinja algumas delas. E sei que seu "sermão" odioso foi filmado por dezenas de câmeras. Gostaria muito de vê-lo na cadeia.

A liberdade religiosa não implica no direito de fazer apologia da homofobia. E se é este tipo de crápula que fala em nome de Deus nas igrejas evangélicas...

... o Diabo está bem representado.

Pablo Villaça, no blog Diário de bordo.
dica do Christiano Jabur

recomendo a leitura dos + de 100 comentários p/ que se tenha idéia da dimensão dos estragos provocados pela insanidade desse tipo de discurso.

além de peregrinar pelo país dizendo aos pais que troquem o nome de filhos que se chamem "Diogo" ou "Diego" (significam "Diabo), o homem da "bênção" ou "maldição" parece ter escolhido o lado errado. triste...

[via PavaBlog]

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

São Paulo põe Richarlyson à venda por 6 milhões de euros


O volante Richarlyson está à venda. E os interessados terão de desembolsar 6 milhões de euros (R$ 20 milhões) para levá-lo. "Esse é o valor que queremos", disse o vice-presidente de futebol do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.

A decisão de negociar o jogador na próxima janela de transferências foi tomada pela diretoria e aceita, sem contestação, pela comissão técnica. Leco, porém, diz que até o momento não recebeu nenhuma proposta por Richarlyson.O São Paulo autorizou inclusive um empresário a procurar clubes na Europa.

Um time da Espanha e outro da Inglaterra teriam demonstrado algum interesse. O agente do jogador, Júlio Fressato, porém, diz que já enviou ofertas de Hamburgo e Schalke 04 para apreciação do clube e que só aguardava uma resposta para negociar salário e tempo de contrato com os alemães.

A única certeza é que ele não fica. Tanto que o São Paulo já contratou Eduardo Costa e está atrás do também volante Arouca e do lateral-esquerdo Junior Cesar, ambos do Fluminense - posições
em que Richarlyson atuou nesta temporada. "São dois jogadores que interessam", admite Leco.

fonte: Agência Estado

comentário Salcompimentas: Dizem as más línguas que Ronaldo já estaria negociando a compra de Ricky... O fenômeno consideraria o jogador uma pechincha, perto dos travecões que contratou no início do ano no Rio de Janeiro...

Ford e Volks anunciam fusão


colaboração: Tércio Carvalho Xavier

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Qual a diferença entre "nós" e os macumbeiros mesmo?

Rap do INRI Cristo. Bizarro

Parece que as "apóstoletes" do fenômeno religioso-psicológico-social-humorístico, que utiliza o nome de "Inri Cristo", criaram uma versão própria da música black "Umbrella". É aquela mesmo que fica repetindo "Under my umbrella, ela, ela..."
Tem coragem de encarar?


Pessoas que roncam muito perdem mais calorias ao dormir


Uma nova pesquisa da Universidade da Califórnia, San Francisco indica que pessoas com problemas respiratórios e ronco pesado durante o sono queimam mais calorias enquanto dormem.

De acordo com os pesquisadores, as pessoas analisadas com os piores casos de apnéia do sono queimaram em média 373 calorias a mais por dia do que aquelas com apenas sintomas leves do problema.

Os cientistas americanos afirmam que mudanças no sistema nervoso desencadeadas pelo problema podem ser as responsáveis pela queima maior de calorias. O estudo foi publicado na revista Archives of Otolaryngology - Head and Neck Surgery.

Mas, apesar de gastar mais energia ao dormir, os pacientes que têm apnéia do sono compensam tudo ao sentir mais desejo por comida e mais preguiça na hora de fazer exercícios, segundo o especialista britânico John Stradling, do hospital John Radcliffe, em Oxford.

fonte: BBC [via PavaBlog]

Soldado gay é indenizada em R$ 667 mil por assédio sexual

O Ministério da Defesa britânico terá de pagar cerca de R$ 667 mil a Kerry Fletcher, uma soldado lésbica que sofreu assédio sexual em instalações militares na Inglaterra.

Um sargento chegou a mandar mensagens no celular dizendo que a “converteria”.

***

Com o dinheiro, a soldado realizará o sonho de virar cabo.



fonte: Kibeloco

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Desencapetamento do missonário (2)

Evangélicos explicam o motivo do frango atravessar a rua



POR QUE O FRANGO ATRAVESSOU A RUA?
(uma abordagem a partir da sabedoria Gospel)


1.VALNICE: “É porque os últimos atos proféticos influenciaram a galinha num novo “mover” então a galinha não tinha outra escolha senão atravessar. Está indo na Conferência Profética com preletores internacionais. Para fazer um ato profético do outro lado enterrando 5 penas, um punhado de titica e 12 grãos de milho para aredenção das galinhas e frangos do Brasil”.

2.DAVID QUINLAN: O frango atravessou a rua pq ele “está apaixonado, está apaixonado, está apaixonado, está apaixonado, está apaixonado, está apaixonado, por ti Jesus”. E atravessou a rua “correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo pra ti”

3. MINISTÉRIO APASCENTAR DE NOVA IGUAÇU: o frango atravessou a rua para ser restituído de tudo o que era dele. E também para tocar na ponta do altar”…

4. RR SOARES: O frango atravessou a rua para ir ao Banco Bradesco pagar seu carnê de sócio contribuinte do programa, por que se Deus tocou no coração do frango, ele não pode desprezar, pois estaria comentendo pecado e ficaria fora de benção… O frango atravessou a rua para ter experiência, pois “frango” (”pastores”), é igual jogador de futebol, os melhores nunca saem da escolinha.

5. NABUCOTERRANOVA: “A Unção que ele recebeu é `unção do galo´ por isto está cheio de coragem”. “ele é um dos nobres! Torne-se um nobre, receba esta unção e atravesse mares, não somente estradas. Você pode ir mais longe! Diga pra quem estiver do seu lado: “receba a `unção do galo” . “Porque o mesmo em obediência a palavra profética foi receber a cobertura espiritual do apóstolo constituído do outro lado da rua”.

6. ANA PAULA VALADÃO: “Depois de uma travessia extravagante (voz de choro), ele (voz de choro mais miado…) se jogou (lágrimas, voz de choro, olhando pra baixo, mão no peito) nas asas do pai. (e a platéia ovaciona — pegou? pegou?...)”.

7. BISPO ROMUALDO PANCEIRO (IURD): “Com certeza (sotaque carioca…) tem um encosto (sotaque carioca…) na vida dele, amém pessoal? É ou não é pessoal, amém pessoal? Qué vê?
Pergunta pro frango-encosto:
- Encosto (sotaque carioca…), o que vc quer fazer com a vida do frango?
- GRRRRRRRR!!!!! GRRRRRRR!!!! Destruir!!! Destruir!!!!!!
- Por que, encosto?
- GRRRRRRR!!!! GRRRRR!!!!! Pra ele parar de dar o dízimo!!!!!
- Amém pessoal (sotaque carioca…)?? Vcs tão vendo pessoal??? O encosto não quer que o frango seja um próspero vencedor. Amém

Fonte: Oficio dos Chavões [via Mente Livre]

Os "cristãos são hoje os "Judeus" do evangelho!


O “Cristianismo” teve um papel tão danoso no curso da História que hoje, até os que não conhecem quase nada da história pregressa do Cristianismo, a avaliar pelos frutos que ele dá como fenômeno entre nós mesmos — caíram no cinismo.

Assim, não podendo deixar o “Cristianismo” por causa de uma suposta conexão entre Jesus e ele, incluem, todavia, Jesus e sua mensagem numa atitude morna decorrente do “Cristianismo”; e que faz a pessoa ficar indiferente quanto a compartilhar o Evangelho a um judeu, a um mulçumano ou a um novaeraino, pelo simples fato de que a religião cristã não oferece modelos que demonstrem a realidade de que o ensino de Jesus é crível e praticado em algum lugar-fenômeno do “Cristianismo”.

É por isso que se vêem pessoas que amam Jesus e sabem que Suas Palavras são espírito e vida, ainda assim, por falta de entendimento que o “Cristianismo” é uma coisa, de um lado, e que a fé em Jesus é outra coisa, de outro lado — ainda assim digam: “Se houver alguém de outra crença ao meu lado não falarei nada jamais, talvez, apenas, se muito indagado”.

Ora, entre a ação do “Cristianismo” de dominar os mundos para a “Igreja Cristã” e a ordem de Jesus de, em se indo..., anunciar a Palavra a todos, há um distancia estelar. Eu, por exemplo, nada tenho a dizer acerca do “Cristianismo”, a menos que se esteja falando de um fenômeno histórico. E menos ainda tenho a dizer se o tema for religião. Sou mudo para a religião. Sou ateu da religião.

Entretanto, se o assunto é vida, então, jamais consigo não falar do Evangelho de Jesus, primeiro para os “cristãos”, depois para os “judeus”, os “mulçumanos”, e todos os demais grupos. Primeiro, porém, me animo a pregar aos “cristãos”, posto que em meio a todos sejam os mais enganados, visto que estão hoje para Jesus assim como os judeus dos dias de Jesus e Paulo estavam para a fé em Jesus e para os Discípulos do Evangelho. Apenas para fazer pensar um pouco!

Nele, que ama a todos, mas que diz odiar ter Seu nome usado para o mal,

Caio, 24/11/07 Lago Norte Brasília DF

retirado de www.caiofabio.com.br

Jogo: dê uma sapatada no Bush

Acredito que todos já viram pelos telejornais e publicações online sobre o “atentado” à sapatadas sofrido pelo Presidente Bush, no Iraque. (Vídeo)


Bush Shoe Throwing Game


Que tal ajudar o jornalista em sua corajosa missão?
Clique na imagem acima e ajude-o a acertar as sapatadas através do flash game que está circulando pela rede.
[via Dormiu]

Cristianismo de marionetes


Por Leonardo G. Silva – Th.M.

Estamos vivendo na época dos crentes marionetes. Em um país onde apenas uma parcela ínfima da sociedade adquiriu o gosto pela leitura, era de se esperar que uma religião que demanda fidelidade a um livro – ainda que seja um livro sagrado – encontraria problemas para se desenvolver de forma saudável. É claro que eu conheço as estatísticas recentes que mostram o crescimento vertiginoso dos evangélicos, mas essas pesquisas também nos revelam que a maior parte desse crescimento se dá na ala neopentecostal, em meio a igrejas que exploram ao máximo a fé mística, ubandista, idólatra e xamânica do povo brasileiro – sincretizando essas religiões e condensando-as em uma forma de culto muito diferente do culto racional de Romanos 12, e que por pura teimosia insiste em serem chamadas “igrejas evangélicas”. É claro que essas crenças não passam pelo crivo bíblico, de modo que para sustentá-las não basta apenas distorcionar as palavras da Bíblia: é preciso literalmente abandoná-la para levar à cabo essa religião idólatra, utilitarista e manipuladora.

Devido à multiplicação dos chamados “movimentos contraditórios” (um eufemismo para seitas), a Bíblia tem sido conservada apenas como acessório, um adorno para o púlpito, mas a bem da verdade, uma peça sem serventia. Cada vez menos se recorre a ela para basear opiniões, de forma que até o conhecido bispo-empresário chegou ao ponto de lançar uma campanha televisiva em favor do aborto, causando gande confusão no meio evangélico. Se por um lado o telebispo foi mais longe que todos os demais, por outro lado precisamos reconhecer que ele não está só: ele fez escola. Muitos telepastores e telepregadores tem seguido os seus passos. Essa semana estava lendo acerca de um telepastor (aquele que faz chapinha, sabe?) que formou uma caravana e se dirigiu para Israel, a fim de queimar os pedidos de oração que os “fãs” enviam para o seu programa. Outro pregador, que já foi um verdadeiro militante apologista, e que batia de frente com os modismos, heresias e falácias neopentecostais, mudou de trincheira e agora defende com unhas e dentes a teologia da prosperidade, preferindo a mensagem de “Vitória em Cristo” do que aquela da “Salvação por Cristo”.

Quero deixar claro que jamais afirmei ser o dono absoluto da verdade, antes anuncio que a Bíblia é verdadeira e me oponho veementemente a esse cristianismo analfabeto. Ora, o cristianismo sem Bíblia é como um casamento sem conjuge! É nela que encontramos a ética do reino, as promessas de Deus e suas demandas, as palavras inspiradoras de Cristo nos evangelhos, a doutrina cristã sistematizada por Paulo e a mensagem apologética de Pedro e Judas. Ela é o maior documento que o cristianismo possui. Ignorar a Bíblia é ignorar os atos de Deus na história da salvação, e conseqüentemente a nossa própria história. Mas infelizmente o que vejo hoje é um cristianismo sem Bíblia, sem Cristo, sem dogma e sem mensagem salvadora. Um cristianismo consumista, capitalista, utilitário, espíritista, relativista e pragmático. Os seguidores desse cristianismo caricato são marionetes nas mãos dos lobos devoradores, sendo constantemente manipulados para o benefício dos líderes que enchem os bolsos com o dinheiro dos “fiéis”, comprando aviões de 30 milhões de dólares, construindo mansões em Campos do Jordão, ou investindo em cavalos árabes “puro sangue”. Enquanto isso, os crentes se prestam aos mais absurdos papéis: banhando-se com sabonete de arruda, participando de sessões de descarrego, fazendo despachos, comprando produtos “made in Israel” e movimentando esse marcado milionário que é a industria da iconolatria evangélica.

É assim que cresce a igreja evangélica brasileira: enferma. Ela é uma igreja obesa, com o colesterol alto e diabetes. É uma comunidade doente, mas não é a única culpada da sua saúde precária. Falharam os seus pastores em administrar-lhe uma dieta saudável, e ainda falham ao dar-lhe veneno em lugar de remédio. É verdade que a igreja evangélica está crescendo, porém esse não é um crescimento saudável.

Quando era criança, me apaixonei por marionetes. Lembro-me que no jardim de infância meus olhos brilhavam durante as apresentações do grupos de títeres. Porém, o tempo foi passando e um dia eu descobri que a voz que eu ouvia não era a voz do boneco: havia alguém escondido atrás da cortina movendo os pobres personagens sem vida. Desse dia em diante, perdi totalmente o interesse por marionetes. Os membros dessas novas igrejas são meros títeres, massa de manobra na mão dos perversos, dominadores e exploradores da fé alheia. São os lobos vorazes que manipulam os bonecos inertes a fim de satisfazer suas necessidades e seus sórdidos interesses. Nossos membros são marionetes: a voz que ouço em suas defesas “apologéticas”, definitivamente não é deles. Já ouvi essa voz antes e aprendi a reconhecer o som por detrás do boneco de madeira. Eles não podem me enganar, pois aprendi cedo (aos 5 anos de idade) a discernir a voz que comanda o sistema.

fonte: Púlpito Cristão

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

O Super Crente

Super crente ou crente "Chuck Norris", como queiram, é o crente super-poderoso, que afirma ter super-poderes e ser imbatível.
Depois de se converter e assistir alguns DVDs do Marco Feliciano, este crente, sai pelas ruas expulsando exu-caveiras, repreendendo tranca-ruas, e chingando pomba-giras.
Ele não vai a escola dominical porque ele não precisa disso, afinal de contas ele é o Super Crente!
Entrevista com o Super Crente

Olá super crente, você tem medo do diabo?
- Medo? Eu?! Esse bixinho aí é um derrotado, isso sim. Ele ta aqui ó, debaixo do meu pé!

Seu trabalho é voar pela cidade procurando endemoninhados pra libertar. Quando você ve alguem endemoninhado, o que vc faz?

- Metralho ele com uma rajada de "lingua estranha". Se não resolver, dou um cangapé ungido.

Seu super-poder de "lingua estranha", como você conseguiu ele?
- Treino, tudo é questão de treino. Dou 300 gloria a Deus em 1 minuto, e ja estou falando "lingua estranha". Se não ficar "bonitinho", fala: "Siri nada, siri boia, siri voa, siri anda".

Esse é o super-crente, que pensa ser dono da verdade, ultra-santo e imbatível.
Mas na realidade, isso tudo é apenas uma máscara.
Ser cristão, não é ser super-homem, ou super-mulher. Somos seres humanos, portanto, falhos, portanto, carentes da misericórdia de Deus. Temos ao nosso lado alguém todo-poderoso, no qual tudo podemos, pois Ele nos fortalece. Mas a força vem dEle, não de nós.

Mais um poder do super-crente: Visão De Raio X. Não acredita? Então veja.

fonte: Geração Renovada

A igreja ao gosto do freguês



A cada dia surge uma nova denominação evangélica. Em geral, os fundadores de igrejas são pessoas que arrogam para si o status de profeta e portador de uma nova revelação, aluga uma garagem a fim de dissiminar suas heresias e ainda ganhar o sustento da familia.

Nomes não faltam: “Igreja pentecostal Jesus é fogo”, “Puleiro dos Anjos”, “Jesus é bom e o diabo não presta” são alguns dos nomes das novas agremiações que têm surgido no cenário “gospel”, e o povo evangélico – tal qual um consumidor comum, anda vagueando de porta em porta em busca do evangelho mais barato. Aquela igreja que oferecer mais e exigir menos, é a que eles vão entrar.

Recentemente, li no site do Pr Davi Buriti uma relação de nomes bastante engraçados:


Igreja Adventista da Sétima Reforma Divina
Sabe como é: obra de igreja demora, nunca fica bom... assim, lá vão sete (até agora)

Igreja Pentecostal Jesus Nasceu em Belém

Nuss... Sério??? rs

Igreja Evangélica Pentecostal Creio Eu na Bíblia
Ufa, ainda bem, né?

Igreja Pentecostal do Fogo Azul
Deve ser fogo de massarico...

Igreja Pentecostal do Pastor Sassá
Com sede no “Projac”

Igreja E.T.Q.B (Eu Também Quero a Bênção)
Claro, né?

Cruzada de Emoções
Emocionalismo é o que não falta nessas igrejas...

Igreja Dekanthalabassi
Não é piada não. Isso existe mesmo!

Igreja Chave do Éden
Quem quiser dar um rolê no paraíso, é só pedir a chave pro zelador da igreja

Comunidade do Coração Reciclado
Nada se perde, tudo se transforma

Igreja Evangélica Pentecostal a Última Embarcação Para Cristo
Se você congrega em outra igreja vai ter que ir nadando, rs

Igreja Automotiva do Fogo Sagrado
Seus membros mais ilustres: Shumacher, Montoya, e Nelson Piquet

Associação Evangélica Fiel Até Debaixo D’Água
Só aceitamos mergulhadores

Cruzada Evangélica do Pastor Waldevino Coelho, a Sumidade
A igreja do Papa crente

Igreja Caverna de Adulão
Só aceitamos bandidos, caloteiros e foragidos.

Igreja Evangélica Florzinha de Jesus

Que meigo!

Igreja Evangélica Adão é o Homem
E jesus é o cara! rs

Igreja Pentecostal Jesus Vem, Você Fica
Hummm...

Igreja Evangélica Pentecostal Cuspe de Cristo
Ah, não! Pode parar de avacalhação...

Igreja Pentecostal Planeta Cristo
Os membros não serão arrebatados e sim levados para a galáxia B-612
.
Igreja ‘A’ de Amor
B de baixinho, C de coração... D de docinho, E de escola, F de feijão!
*** Com a pastora Xuxa Meneghel

Congregação Passo para o Futuro
Sede na NASA


“E, agora, que tenho eu aqui que fazer, diz o SENHOR, pois o meu povo foi tomado sem nenhuma razão? Os que dominam sobre ele dão uivos, diz o SENHOR; e o meu nome é blasfemado incessantemente todo o dia” – Isaías 52.5

Por Leonardo G. Silva - Th.M., do blog Púlpito Cristão

As 10 coisas que as mulheres mais odeiam nos homens

Atenção rapaziada!

1º. Mau hálito - 40% das mulheres
2º. Unha suja - 19%
3º. Pêlo saindo do nariz - 18%
4º. Rodelas de suor debaixo do braço - 6%
5º. Pêlos em excesso no corpo - 6%
6º. Muito cravo no nariz - 4%
7º. Monocelha - 3%
8º. Dente amarelado - 2%
9º. Perfume demais - 2%
10º. Roupa com respingo de molho - 1%*

*Calos na mão ficou com 1% também.

Fonte: Revista VIP [via Lista10]


comentário: Devo lembrar que a rejeição que o homem sente pela mulher é 10 vezes mais forte do que elas sentem por nós, quando uma mulher tem alguns desses probleminhas, mais exatamente: mau hálito, unha suja, pêlo saindo do nariz, rodelas de suor debaixo do braço, pêlos em excesso, monosselha. Afinal, se um cara com monosselha é bizarro, imagine a sua namorada...


Refutando Silas Malafaia



A Biblia da Batalha Espiritual e Vitória Financeira com comentários do Morris Cerullo - aquele que vê anjos quase todos os dias e que é especialista em "amarrar o capeta" - está sendo promocionada no programa Vitória em Cristo, do pastor Silas Malafaia.

Também não concordo com os comentários da "Bíblia do Milhão", e há tempos queria escrever um artigo sobre o assunto. Porém, navegando no Youtube, achei essa pérola aqui.

Quem gostou, deixe um comentário, e quem não gostou - comenta também, rs...

[via Púlpito Cristão]

Pega na mentira

Quase a metade de todos os homens e um terço das mulheres já mentiram a respeito dos livros que leram para tentar impressionar amigos ou parceiros em potencial, diz um estudo britânico.

A pesquisa, encomendada como parte do 2008 National Year of Reading - o ano nacional da leitura na Grã-Bretanha - envolveu entrevistas com 1.543 pessoas, entre elas 864 adolescentes com idades entre 12 e 19 anos.

Quatro em cada dez participantes disseram que mentiram sobre os livros que haviam lido para impressionar amigos e parceiros em potencial - 46% dos homens e 33% das mulheres.

E três quartos (74%) dos adolescentes entrevistados admitiram ter fingido ler algo para impressionar o grupo ou como uma arma na conquista.

Culinária e poesia

O estudo cita o tipo de literatura que, segundo os participantes, aumentaria as chances de serem conquistados por um parceiro ou parceira em potencial.

Citar livros de culinária, poesia e letras de música marca pontos com homens e mulheres.

Mulheres que dizem ler sites de notícia são as que mais impressionam os homens, o que sugere que eles acham mais atraente uma mulher que demonstra conhecimento factual do mundo.

As mulheres, no entanto, colocam no topo de sua lista dos mais atraentes os homens que leram a autobiografia do ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela.

Segundo os autores da pesquisa, a escolha revela que as mulheres apreciam em seus homens uma abordagem mais sensível e pessoal das questões mundiais.

Muitos de nós acreditamos que o que lemos revela algo sobre nossa personalidade, então tentamos usar isto a nosso favor na hora da conquista, sugere o estudo.

Primeiro encontro

Ao aguardar a chegada da outra pessoa em um primeiro encontro, um em cada cinco adultos (18%) leria um livro na esperança de causar boa impressão.

Entre os adolescentes entrevistados, quase a metade (47%) inclui títulos de livros na conversa e um quarto (24%) tenta reforçar a mensagem deixando evidências do seu tipo preferido de literatura dentro da mochila.

Um quarto (26%) dos adultos usa a leitura naquele momento decisivo, em que leva alguém para casa pela primeira vez: o livro mencionado no primeiro encontro é colocado estrategicamente ao lado da cama.

"Eu adoro o fato de que todas as gerações parecem saber que (a leitura) pode nos ajudar a aumentar nosso apelo potencial na busca por amor e romance", disse o diretor da campanha National Year of Reading, Honor Wilson-Fletcher.

"E não são apenas a poesia romântica e os clássicos que podem nos ajudar na busca do romance: sites, letras de música e notícias também são importantes", afirmou.

"Quem diria? Com todo o discurso sobre a nossa obssessão superficial com a beleza, parece que lá no fundo nós sabemos que o cérebro também contribui para o sex appeal!", disse o diretor.


Top cinco para impressionar um homem
1. Sites de notícias
2. Shakespeare
3. Letras de música
4. Livros de receitas
5. Poesia


Top cinco para impressionar uma mulher
1. A autobiografia de Nelson Mandela, Long Walk to Freedom
2. Shakespeare
3. Livros de receitas
4. Poesia
5. Letras de música


fonte: BBC Brasil [via PavaBlog]

Pai-de-santo diz que pomba-gira de Madonna é rainha

Pai Uzeda contou que foi recebido pela cantora no hotel.
O pai-de-santo Roberval Uzeda, mais conhecido como Pai Uzeda, saiu na tarde deste sábado (13) do Hotel Copacabana Palace, onde a cantora Madonna está hospedada, dizendo ter tido um encontro com a cantora.

Segundo Uzeda, Madonna estava de branco, com uma anágua e uma toalha branca amarrada na cabeça, junto com quatro seguranças e um tradutor, identificado como Michael. “Ela é uma mulher de poder, que veio para mandar. Qualquer macho que se interessar por ela, se for inteligente, tem que ser obediente a ela. A pomba-gira dela é rainha”, falou Uzeda ao G1.

Ele contou que jogou búzios e disse à cantora que a chuva prevista para cair na hora das suas apresentações no Rio, no domingo (14) e na segunda (15), vai ser uma “dádiva”.
Segundo Uzeda, a cantora recém-divorciada perguntou sobre sua vida amorosa. “Há três homens que ela quer ficar. E ela está escolhendo entre os três, por enquanto o coração dela está vazio”, sem entrar em mais detalhes e completou: “ela é louca por sexo e grande admiradora do homem Barack Obama”.

Procurada para confirmar o encontro, a assessoria de imprensa do show da cantora informou que não é responsável pela agenda pessoal de Madonna.

fonte:G1 [via Notícias Cristãs]

Escola dominical, tão boa e sem igual...

Essa é a nossa escola
A escola dominical;
essa é a nossa escola
A escola sem igual;

Escola sem igual que faz bem a muita gente;
Quem não vem a essa escola com certeza está doente;
Com certeza está doente ou estava trabalhando;
Quem trabalha nesse dia do Senhor está roubando;
Do Senhor está roubando quem aqui chega atrasado;
O seu nome fica ausente e ele fica envergonhado;

Ele fica envergonhado por não saber a lição;
Professor faz a pergunta ele diz: eu não sei não!
Não sei não... não sei não ..(2x)

Essa é a letra de uma música que eu cantava quando criança todo domingo antes da divisão de salas na EBD. Que letra terrível, né?

Quem trabalha no domingo é ladrão? Rouba do Senhor?

A pergunta que o professor faz da lição é para envergonhar o aluno? Quem é o aluno hoje que fica envergonhado por não saber a lição?

Então quer dizer que o medo de ficar envergonhado é o maior motivo de não chegar na EBD atrasado?

Essa música parece mais uma "zoeira" com aqueles que chegam atrasado. Imagina essa música sendo cantada com o dedo indicador apontado na cara daqueles que são obrigados a trabalhar no domingo e/ou aqueles que chegaram atrasados na EBD.

Imaginou? Sentiu-se culpado? Pronto. Esse é o objetivo da música: Criar evangélicos cheio de complexo de culpa em relação à EBD.

Vamos pensar sobre as motivações que nos levam a igreja, culto, EBD.

Em Cristo, que me livrou de ir à EBD pela culpa para ir à EBD pela graça.

Jairo Filho

a igreja é uma das + potentes criadoras de neuroses da atualidade. recomendo a leitura da série neuroses eclesiásticas. ouviu ameaças de que a geladeira vai queimar se não "pagar" o dízimo? coloque o pastor falastrão no freezer. rsrs

[via PavaBlog]

comentário Salcompimentas: Para quem prestou atenção ontem, domingo que vem, a escola dominical da Igreja Presbiteriana Paulo Silas (do projeto Planalto) vai virar ESCOLA SABATINA...rsrsrs. Foi o aviso: "A escola dominical do próximo domingo vai acontecer no sábado".